domingo, 9 de dezembro de 2007

Os Projetos Sociais e suas deficiências no governo Wilma

          A política social do governo Lula está caracterizada pelo combate à pobreza que atinge boa parte da população brasileira. No Rio Grande do Norte vários projetos foram instalados com o objetivo de implantar Programas de Geração de Emprego e Renda em comunidades carentes, tentando erradicar a situação de miséria enfrentada por pessoas que estão excluídas dos benefícios do desenvolvimento.
         Diversos programas têm capacitado pessoas, constituindo grupos produtivos e criando empresas associativas de produção de bens e serviços, gerando ocupações produtivas e renda, como alternativa ao desemprego e subemprego. Por ou lado, percebe-se a dificuldade do acompanhamento de técnicos que comprometem os indicadores de resultados destas políticas e dificultam a identificação das principais marcas de eficácia das mesmas. As ausências destas avaliações impedem que sejam diagnosticados os impactos destes programas onde foram implantados, como se encontram atualmente no contexto de geração de trabalho e renda e da melhoria de vida dos seus participantes.
        As faltas de técnicos do estado e do mapeamento da realidade de cada um destes programas demonstram o abandono do Governo Wilma em relação aos participantes. Quando no período da implantação é criada toda uma expectativa, as pessoas renovam as esperanças, passam a acreditar que pode ser realidade, no entanto, com o passar do tempo ocorre o abandono e surgem as deficiências, tornando-as desmotivadas e de baixa estima. É preciso que os técnicos percorram todos os municípios onde os programas forma implantados, trazendo os resultados e as propostas para a sustentabilidade e/ou ressurgimento das atividades e dos grupos de produção e serviços. Com isto, espera-se dá melhor visibilidade às atividades e contribuir com o desenvolvimento dos programas e na melhoria de qualidade de vida da população.
        Neste mapeamento é preciso identificar como está ocorrendo o comprometimento das pessoas envolvidas, sejam os técnicos, assim como o público-objetivo; avaliar os interesses e as potencialidades reais presentes nos grupos aos quais se destinam os programas e confrontar com os técnicos; diagnosticar as relações de poder presente nos grupos sociais e identificar lideranças e/ou mobilizar em rede os capacitados e seus empreendimentos produtivos; avaliar os níveis de organização da população para assumir sua parte nos projetos, os mecanismos para sua organização produtiva, inserção no mercado e capacitação para sua participação social e política; oferecer capacitação permanente; criar bancos de dados (com informações gerenciais, sócio-econômicas, sobre o mercado, sobre produtos e cadeias produtivas, avaliar propostas metodológicas, técnicas e pesquisas básicas, projetos de investimentos viáveis, além de dados de interesse dos participantes), avaliar a aplicação dos recursos e construir indicadores de resultados dos Programas e Projetos que permitam avaliar o impacto das políticas sobre a qualidade de vida das pessoas às quais elas se destinam, permitindo também apontar as causas de sua ineficácia.
Além disso, é necessária a criação de estratégias que venham contribuir com o Desenvolvimento Local Sustentável, efetivando os diversos grupos associativos. Algumas medidas podem oferecer bons resultados: Aporte financeiros/Parcerias, efetivação de feiras para escoamento dos produtos; Seminários, disponibilizar ferramentas de gestão para a sustentabilidade e efetividade dos Programas/Empreendimentos oriundos dos grupos; contribuir para a integração e fortalecimento dos empreendimentos e associados.
A propaganda do governo Wilma apresenta resultados sempre positivos, no entanto, os números comprovam uma enorme deficiência na efetivação dos empreendimentos. O governo federal disponibiliza verbas, o que falta é a concretização dos projetos. O pior é que a população cada vez mais sente aquela “sensação” de estar sendo iludida. A governadora deveria convocar todo o secretariado e assumir a postura de realmente fazer um “governo de todos”.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Garibaldi na Presidência do Senado

Após a renúncia de Renan Calheiros da Presidência do Senado, o senador Garibaldi Alves Filho partiu em busca da confirmação do seu nome para assumir o cargo. Um dos senadores mais atuantes do Brasil e de extrema confiança do seu partido, PMDB, Garibaldi pode ser o líder certo para melhorar a imagem da casa junto a população. A bancada política do RN deve está toda envolvida para defender a candidatura daquele que é a maior expressão do PMDB no estado. A sua conduta como político idôneo e comprometido com as realidades sociais do Brasil, faz com que Garibaldi seja empossado nos próximos cinco dias, trazendo beneficio para o estado e priorizando projetos para o crescimento de todas as suas regiões.
O cenário político para 2008 também sofrerá mudanças, pois com o fortalecimento do PMDB do RN, o partido poderá aumentar o número de prefeitos e de vereadores em todo o estado.