sábado, 6 de fevereiro de 2010

A CERÂMICA VERMELHA - O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Desenvolvimento Local Sustentável


CONSULTOR: Prof. Rafael Jácome
         Falemos sobra à dimensão econômica que assegura continuidade e crescimento de oportunidades de desenvolvimento econômico local, ampliando as ocupações produtivas, a geração de empregos, a melhoria de renda de indivíduos e famílias, e a exploração sustentável dos recursos ambientais, econômicos e sociais dos municípios. A indústria cerâmica deve ser melhor contextualizada, caso os prefeitos das cidades onde se encontram pólos do setor, privilegiassem projetos de desenvolvimento econômico local, focados na promoção da melhoria da qualidade e da efetivação da produção ceramista, garantindo que as presentes e as futuras gerações possam igualmente usufruir dos benefícios do desenvolvimento e do bem-estar social, produzido pelo setor cerâmico.

         A população pobre brasileira necessita melhorar sua qualidade de vida e apesar de o Brasil ter tido grande crescimento econômico, o seu desenvolvimento social está entre os mais fracos índices do mundo. É necessário que se criem em todos extratos sociais, medidas que visem estabelecer a ordem social. A educação necessita de investimentos, levando as crianças para as escolas, aumentando o número de escolas técnicas, a dimensão social na busca de promover a inclusão social, valorizando o potencial das pessoas e dos grupos mais vulneráveis da sociedade – os pobres, os idosos, os deficientes, as mulheres, etc. – Prover o estabelecimento de parcerias com grupos e movimentos sociais.

         Desde o evento no Rio de Janeiro do lançamento da Agenda 21, o meio ambiente costuma ser visto pelos gestores públicos municipais como fonte de problemas associados à poluição – da água, do ar, do solo -, contribuindo para aumentar a vulnerabilidade ambiental do Município e as situações de risco que afetam a saúde e a segurança física e patrimonial dos municípios. São problemas críticos cuja origem principal está diretamente relacionada com os déficits habitacionais e de saneamento ambiental que afetam principalmente a população pobre que reside no Município, embora seus efeitos afetem a qualidade de vida de todos os habitantes, tanto na área urbana quanto na rural.

         O governo brasileiro preocupado com esses dados está lançando o Programa – ”Minha Casa, Minha Vida”, exatamente para atender o déficit de habitação do país. São oito milhões de pessoas que não tem acesso a moradias, e, com este Programa o governo Lula pretende atingir aqueles que nunca tiveram oportunidades de ter sua casa própria. Muitas pessoas que deixaram o nordeste brasileiro para os grandes centros, com vergonha de retornar aos seus lares, as suas cidades, ficam muitas vezes morando nas ruas e nos abrigos municipais . Com este programa, com a construção de casas, o governo está estimulando a fixação do pobre em suas cidades, além do setor de construção civil e, de conseqüência, o da indústria cerâmica.

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