terça-feira, 18 de maio de 2010

AS ENERGIAS RENOVÁVEIS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

Consultor: Rafael Jácome



        O crescimento populacional no mundo está aumentando de forma desproporcional e nos próximos 50 anos atingirá o número de mais de três bilhões de habitantes. Atender a essa demanda energética, que não para de crescer com o desenvolvimento econômico e social, será uma tarefa árdua. Apesar dos esforços mundiais de conter a emissões de gazes de efeito estufa ou de geração de resíduos radioativos, poucos países contribuem com a sustentabilidade global.

        A energia renovável será uma das formas de contribuição para a diminuição do efeito estufa. Entretanto, os técnicos no mundo inteiro questionam se as energias renováveis como etanol, eólicas e hidroelétricas são sustentáveis e substituirão o petróleo ou a fusão nuclear, tendo em vista a “guerra” entre os países em ter acesso a novas tecnologias e produção das mesmas.

        Mas, energias renováveis também emitem CO2, principalmente na montagem e operação de seus sistemas, ou seja, para ocorrer a produção de 1.000 MW de potência, seja na eólica, nas barragens, acontece a emissão de gás na atmosfera. A agroenergia é a mais limpa: etanol e co-geração com o bagaço da cana; biodiesel com óleos vegetais; lenha e carvão das florestas energéticas, minimizam a situação.

        No Brasil 45% da sua matriz energética é de energia renovável e a tendência é aumentar com a construção e operação de novas hidroelétricas. Enquanto países como os Estados Unidos (que mais contribuem com o efeito estufa) e europeus continuam na contramão da sustentabilidade mundial. Acusam os países pobres e os em desenvolvimento, mas poucos contribuem com a renovação energética. A meta dos europeus como a Suécia, por exemplo, é de chegar a 30% de energia renovável em décadas.

DEUS É FIEL!                  Rafael Jácome






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