domingo, 22 de julho de 2012

O DILÚVIO - O PROBLEMA LITERÁRIO

Por Rafael Jácome

A QUESTÃO DA ENCHENTE





Também são narradas duas maneiras de explicar a enchente: a primeira é a chuva que simplesmente desaba sobre a superfície da terra (7, 4.12; 8.2b); ora são os reservatórios subterrâneos e os do firmamento que se abrem, fazendo irromper água de baixo e de cima sobre o solo (7. 11; 8. 2a), conforme esquema abaixo:

1) “Porque, passados ainda sete dias, farei chover sobre a terra quarenta dias e quarenta noites; e desfarei de sobre a face da terra toda substância que fiz. (Gn 7. 4) – “e houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.” (Gn 12); “e a chuva dos céus deteve-se” (Gn 8. 2b);
2) “No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram.” (Gn 7.11) – “Cerraram-se também as fontes do abismo e as janelas dos céus”. (Gn 8.2a)

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