domingo, 17 de fevereiro de 2013

As Armadilhas do Poder e suas consequências Nefastas

Por Rafael Jácome


O Poder é uma Armadilha
“Digam aos senhores de Siquém: ‘O que é melhor para vocês? Que setenta homens, os filhos de Jerobaal, governem vocês, ou que um só os governe? E lembre-se de que eu sou do mesmo sangue de vocês”

    Além das causas narradas pelo Papa Bento XVI que motivaram sua renúncia, existem várias outras especulações sobre as intransigências de buscas internas pelo poder. Dizem que a tendência é ocorrer uma divisão na igreja romana, caso não haja um bom senso para o reordenamento político da cúpula administrativa do clero católico. Providências em relação ao banco do Vaticano já foram tomadas com a indicação de um novo dirigente. Cabe, neste instante, escolher um novo papa e que traga a unidade na igreja, tendo em vista que Raztinger fez um governo solitário e sem prestígio até pelos próprios irmãos do clero alemão, e de quebra, era traído por seu mordomo que lhe  roubava informações confidenciais.
     Mas haverá lutas no clero italiano para retomar o poder? Ainda gozam de influências positivas para indicar um novo papa? Como estão suas relações com os grupos que formam as forças externas e que tanto influenciam nas políticas administrativas do Vaticano? Qual será a reação de Bento XVI nestes primeiros dois meses em repouso em Castelgandolfo e nos anos vindouros no seu mosteiro de reclusão, quando discordar das atitudes e da política adotada pelo novo papado? Ele devolve o seu anel ou o quebra definitivamente?
     Agora, meus amados leitores, aqui cabe uma pergunta crucial para as veredas do Evangelho: aonde fica Deus nesta história toda?
     É comum dizer que a igreja é santa e pecadora, que por ser constituída e administrada por homens, ela tende a sair da vontade de Deus. Em virtude de sua natureza, a Igreja não se confunde com nenhuma sociedade ou grupos éticos. A sua corporalidade, organicidade, fraternidade, unicidade e consensualidade nascem, estruturam-se e se perpetuam na regeneração em Cristo Jesus, o criador da comunhão dos santos.
 
     A missão da igreja é ser serva de Jesus Cristo pelo
culto permanente e exclusivo à Trindade; pelo amor
interno, que confraterniza seus membros; pela fidelidade
às Escrituras; pela igualdade de seus componentes;
pela missão evangelizadora entre todos os povos; pelo
incansável testemunho cristão.

    Fora destes aspectos é coisa da Besta Fera!


 
 


 
 

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