segunda-feira, 15 de abril de 2013

Batismo no Espírito Santo

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído do Dicionário Teológico de Andrade

[Do gr. baptisma , mergulho, submersão] 
 
  É o revestimento de poder que nos prometeu o Senhor Jesus, através do qual somos introduzidos numa nova dimensão espiritual, habilitando-nos a testemunhar com mais eficácia, e capacitando-nos a vencer o pecado e a sujeitar a carne, de conformidade com as reivindicações de uma vida santa e irrepreensível diante de Deus e dos homens (Lc 24.49; At 1.8).  O batismo no Espírito Santo tem como  evidência inicial e física o falar noutras línguas (At 2.4; 10.46; 19.6).  Mostra-nos a história que o batismo no  Espírito Santo não se limitou aos Atos dos Apóstolos. Tertuliano, João Crisóstomo, Martinho Lutero e Finney, que viveram em épocas distintas, experimentaram igual revestimento de poder. E o Movimento Pentecostal que, irrompendo-se no final século XIX, chega com a mesma pujança ao terceiro milênio? Os cessacionistas, por conseguinte, laboram em gravíssimo erro não somente com respeito às Escrituras mas também concernente à história: o batismo no Espírito Santo não se limitou aos Atos dos Apóstolos; é uma promessa sempre atual (At 2.38,39). É uma promessa a ser desfrutada por todos os que recebem a Jesus como o único e suficiente Salvador. 

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