sábado, 6 de abril de 2013

Homossexualismo: da Infância à Maturidade no contexto Igreja/Sociedade - Parte 2

Por Rafael Jácome
Fonte: Artigo extraído na Internet - Autor não identificado

 
     Desde as festas dadas a Baco na Grécia antiga, ou então muito antes em Sodoma e Gomorra, vemos o aparecimento deste comportamento denominado Homossexualismo. O homossexualismo é a tendência seja do homem, seja da mulher a se relacionar sexualmente com outro ser do mesmo sexo. Por mais estranho que possa ser, o homossexualismo não aparece somente nos homens, mas também nos animais e não somente este tipo de comportamento, mas outros bem questionáveis à luz da bíblia.
     Fora do contexto cristão, este assunto já foi largamente discutido, e passou por uma "evolução" de conceitos, saindo da lista de doenças e insanidade mental, passando pela lista de perversões sexuais e caindo hoje no conceito de "opção" sexual. A manifestação do comportamento homossexual pode ter várias causas.Como também pode ter várias formas de manifestações diferentes dentro deste âmbito. É quase constante, de fato, que os comportamentos sexuais anormais ou paradoxais estejam relacionados com os sintomas de doenças mentais, os quais refletem mais ou menos as tendências libidinosas do ser humano. Tudo está centrado na infância do indivíduo, e a opção sexual do ser (pecaminosa ou não) depende da sua criação.

"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." (Pv 22:6).
 
     Pode-se dizer que a maior responsabilidade sobre o comportamento do adulto está nas mãos da sabedoria e do conhecimento dos pais. Independente do preconceito que hoje há sobre o homossexual (como pessoa), devemos tratar todo comportamento pecaminoso da mesma forma, amar aqueles que adotam tal comportamento, compreendê-los, e, dentro dos parâmetros bíblicos, coagirmos para que tal pessoa pare de se comportar dessa forma.
      Hoje em dia, a sociedade quer mostrar o homossexualismo e todo caráter de repressão sexual como "tabu" , uma coisa ultrapassada e sem utilidade, entretanto, ao contrário do que afirmam, toda sociedade acaba por bolar alguma maneira de reprimir o sexo por motivos variados. Como toda regra social, os tabus sempre nascem como uma razão de ser. "Eles são instituídos para proteger a unidade contra os desejos individuais" , como disse a psicanalista Maria Rita Kehl. Se tudo fosse permitido, um pai poderia, por exemplo, manter livremente relações com a filha, gerando um duplo problema. O primeiro, genético: as crianças resultantes estariam mais propensas a doenças hereditárias. Além disso, a jovem provavelmente deixaria de se casar com algum rapaz de outro clã. "Se todo mundo fizesse isso, os laços sociais não existiriam", afirma o antropólogo Edward McRae, professor da Universidade Federal da Bahia.
      Cremos que se o homossexualismo for totalmente liberado, os laços de família, cada vez mais fracos, poderão se desfazer totalmente, a trilogia (pai-mãefilho) irá cair por terra, e com ela um equilíbrio interno de cada ser (que a criança aprende equilibrando as personalidades entre pai- caráter masculino e mãe - caráter feminino) , e com a queda de seres equilibrados, cairá também a sociedade equilibrada. E o funcionamento de tudo que conhecemos . Sabe-se, pela antropologia, que toda sociedade que rompeu os ditos "tabus" sexuais, cedendo espaço a total liberação ou libertinagem, simplesmente desapareceu, sem exceções.
      No contexto, cristão, cremos que a igreja não está totalmente preparada para lidar com o assunto, já ouvimos inúmeros relatos sobre homossexualismo dentro da igreja, e sobre a falta de preparo , principalmente de líderes, tanto para evitar que esse comportamento aconteça nos filhos dos membros como que o preconceito com relação a pessoa homossexual dentro da igreja . O ato pecaminoso homossexual deve ser tratado e reprimido. O homossexual não.

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