sexta-feira, 5 de abril de 2013

QUANDO O AMOR ESTÁ AMEAÇADO

Por Rafael Jácom
Fonte: Jaime Kemp


"Porém tenho uma coisa contra vocês; é que agora vocês não me amam como me amavam no princípio. Lembrem-se do quanto vocês caíram! Arrependam-se dos seus pecados e façam o que faziam no princípio…" (Apocalipse 2.4-5)
     Divórcio! Separação! Diversos casais, depois de muitos anos de casamento, sentem que seu relacionamento conjugal esfriou e, sem encontrarem outra saída, decidem se divorciar. Será que esta é a única solução, a única resposta para esse problema?
    Creio, firmemente, que o divórcio não é a solução ideal. Quer ainda reste alguma chama de desejo de parte a parte ou não, é possível reviver um casamento moribundo, reaquecer um relacionamento congelado. Para isso é necessário que o casal focalize seus esforços em desenvolver e nutrir o amor inicial e analise se não existem barreiras à intimidade emocional, como, por exemplo:
Irritação e ressentimento, que não foram resolvidos e verbalizados: Ofensas podem ser perdoadas. Feridas podem ser curadas. Tudo precisa ser conversado e acertado para que não se erga um bloqueio de indiferença que prejudique o amor e a intimidade. Não importa se forem desentendimentos ou decepções graves ou, então, pequenas rusgas. O casal não pode permitir que as ofensas se acumulem a ponto de um não conseguir mais enxergar o outro.
Infidelidade: Se outra pessoa se interpõe entre o casal, desviando toda atenção, entusiasmo, energia, envolvimento emocional e físico de um dos cônjuges, o restinho de amor que, porventura, ainda existir estará seriamente afetado.
Ansiedade: É a evidência de temores internos. O medo de rejeição, de não ser mais atraente ao cônjuge, de ser incapaz de satisfazê-lo(a) sexualmente e vários outros receios, que podem ser reais ou imaginários, contribuem para a ruína da união.

Como impedir que tais barreiras separem o casal?
Demonstrando carinho, atenção e amor ao seu cônjuge.
Refazendo seus pensamentos em relação ao seu cônjuge. Ressalte suas virtudes, encare as suas características negativas como prova de que ele(a) é um ser humano normal, suscetível a erros e acertos como qualquer outra pessoa.
Nunca subestimando o poder da oração. Peça a Deus que ame seu cônjuge através de você. Peça ao Senhor que o(a) capacite a ser amoroso(a).

         O processo para reacender um amor é longo e, às vezes, penoso. Ele demanda determinação, força de vontade, compromisso, renúncias. Não existem receitas mágicas. Entretanto, o mesmo Deus que nos dá a ordem de amar também nos capacita a fazê-lo.

Ref. Bíblica: Apocalipse 2.4-5

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