sábado, 18 de maio de 2013

De que maneira se manifesta a certeza da salvação?

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Teologia Sistemática de Eurico Bergsten



 Existem várias evidências reais da salvação recebida. Podemos falar de evidências internas e externas, porém, todas são aspectos que provam sermos filhos de Deus.

  As evidências internas da salvação

 O testemunho do Espírito em nós, evidencia o recebimento da salvação! Já observamos que Deus envia o seu Espírito para testificar na alma daquele que se converteu (cf. Gl 4.6). Quando Deus escreve nosso nome no Livro da Vida (cf. Lc 10.20), Ele nos manda “o protocolo” pelo testemunho do Espírito Santo (cf. Rm 8.16; 1 Jo 3.24; 4.13). Devemos tomar cuidado para que esse testemunho em nós jamais silencie (cf. Ef 4.30).
 O testemunho das Escrituras proporciona uma certeza maravilhosa em nossos corações. Recebemos o Espírito Santo pela salvação (cf. Rm 8.9,16; 1 Jo 3.24) que inspirou a Palavra de Deus (cf. 2 Pe 1.21; 2 Tm 3.16). Quando o crente lê a Bíblia, o Espírito Santo vivifica a Palavra, aplicando-a à nossa experiência, gerando a certeza: “Vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna” (cf. 1 Jo 5.13). Através da Palavra tomamos conhecimento da verdade, e essa mesma verdade nos liberta, dando-nos certeza (cf. Jo 8.32). A própria experiência da salvação traz também uma
 evidência interna: o fato de entrarmos em uma comunhão íntima com Deus (cf. 1 Jo 1.3; Ef 2.13; 1 Co 1.9). Por meio dessa comunhão, chegamos à presença do Senhor, onde há abundância de alegria e delícias perpetuamente (cf. Sl 16.11). Essa sensação palpável da presença do Senhor, a paz e a tranqüilidade recebidas, são evidências convincentes de que somos filhos de Deus. A extinção do medo da morte e da eternidade, que a salvação proporciona, é uma evidência palpável da salvação. Porque a experiência da salvação faz cessar o medo da morte? 

Porque para os salvos não existe mais condenação (cf. Rm 8.1; Jo 5.24).
Porque a morte constitui a porta pela qual chegamos à presença de Jesus (cf. Fp 1.21-23; 2 Co 5.8).
Porque, pela salvação, o crente recebe uma viva esperança (cf. 1 Pe 1.3). Ele é cidadão do céu (cf. Ef 2.19; Hb 12.22,23) e tudo que concerne às coisas do céu faz vibrar o seu coração de gozo (cf. Rm 15.13; 12.12).



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