sábado, 8 de junho de 2013

Deixem que as crianças...

Por Rafael Jácome
Fonte: Jaime Kemp

“A Palavra se tornou um ser humano e morou entre nós, cheia de amor e de verdade. E nós vimos a revelação da sua natureza divina, natureza que ele recebeu como Filho único do Pai.”   Certa noite, uma menininha ainda muito pequena dormia tranquilamente em seu quarto quando, de repente, uma forte tempestade a acordou. Os relâmpagos que cortavam o céu iluminavam o cômodo, e seus estrondos pareciam sacudir a mobília.  Apavorada, a menina saiu de debaixo das cobertas e correu o mais depressa que pôde para o quarto dos pais. Lá, encolhida na cama, procurou a proteção e a segurança paterna.

   Então, seu pai a confortou:

   — Filha, não precisa ficar assim tão assustada. Você sabe que Jesus está ao seu lado e cuida de você.

   — Eu sei, sim, papai. Só que, agora, eu preciso de alguém para tocar. Eu preciso sentir sua pele.

   As crianças têm dificuldade para assimilar conceitos abstratos. Elas conseguem entender apenas o que veem, o que podem tocar. Conceitos e ideias são apreendidos mais tarde. Enquanto são pequenas, as palavras precisam ser representadas concretamente, pois elas só reconhecem o que lhes é apresentado em pele, carne, rosto, mãos, pés etc. As influências mais significativas chegam até elas através do relacionamento com seres humanos reais, com pessoas que elas consideram importantes e especiais.

   Eis por que é tão fundamental dedicar a ternura do amor paternal às nossas crianças, beijando-as, abraçando-as, oferecendo-lhes carinho. Também é essencial que os filhos observem o amor que une seus pais, através da troca de afeto entre ambos.

   Jesus veio ao mundo como filho de uma mulher virgem. Ele assumiu totalmente a forma humana e se fez carne, sangue e ossos para mostrar o amor do Pai por nós. Por isso, João apresentou Jesus Cristo como alguém “cheio de graça e de verdade”. Que amor maravilhoso
 Ref. Bíblica: João 1.14

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