sábado, 8 de junho de 2013

PASTOREAR OS FIÉIS SIM, O DINHEIRO NÃO!

Por Rafael Jácome

Jo 10 1-2: “Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas.”

         O pastor que não entra pelo chamado dos fiéis, pela eleição dos irmãos, pela provisão de Cristo, mas por prêmio ou pela força dos parentes ou do poder, esse não é pastor, mas ladrão e salteador. Ele tem que ter o chamado de Deus (Is 6 8-9), pois recebem designação divina para liderar.
         É evidente, pois, que alguém é pastor somente se guardar as ovelhas, protegendo, defendendo e vigiando, se não procurar os ganhos terrenos, mas os celestes, se não defender os seus próprios interesses, mas os dos outros, de tal forma que não deseje pastorear pela ambição do dinheiro, mas para aumentar a fé do povo, a fim de que com os fiéis conquistem a ousadia da fé de arriscar, confiar e entregar-se a causa de Deus. (Gn 12 1-20; 17 1-27; 22 1-19).
         É preciso ter compromisso total (At 26 19) ao espírito do seu chamado, a fim de que com os fiéis e para eles receba a retribuição eterna: não para ser senhor, mas pai; não para castigar e perseguir, mas para nutrir... Não para odiar, mas amar a todos, incentivar os bons, disciplinar os maus. O pastor não foi constituído para dominar as ovelhas, mas para ser modelo de todos e para, com o seu exemplo, edificar a todos e não perder ninguém.

         Tem que assumir o controle (Ex 27 1-28.43) com ações sábias de um verdadeiro líder, exercendo sua autoridade (Ex 28 1-2), pois será réu de tantos homicídios quantos forem os que vierem a perderem-se por seu mau exemplo, ou não os guardar com a sua vigilância. É Jesus Cristo que o constitui guardador de almas, e, aquele que não observa os ensinamentos de Cristo, a Sua Palavra e abandona a doutrina ou ensina de forma diferente, não é pastor, é um pseudopastor.

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