sexta-feira, 7 de junho de 2013

Record cancela minisséries bíblicas sobre Moisés e Jesus e anuncia demissão de 500 funcionários

Por Rafael Jácome
Fonte: Tiago Chagas, para o Gospel+
Record cancela minisséries bíblicas sobre Moisés e Jesus e anuncia demissão de 500 funcionários
 A TV Record anunciou a demissão de aproximadamente 500 funcionários e o cancelamento de duas das três produções bíblicas de teledramaturgia que estavam previstas para ir ao ar a partir do segundo semestre de 2012.
Embalada pelo sucesso das últimas minisséries bíblicas, como Rei Davi e José do Egito, a emissora do bispo Edir Macedo havia anunciado a produção de uma minissérie sobre Moisés, que tinha o título provisório de Dez Mandamentos, e outras duas sobre Jesus, também tratadas provisoriamente como A Vida de Jesus e os Milagres de Jesus.
A única produção que não teve anúncio de cancelamento foi A Vida de Jesus, que está prevista para 2013, com texto de Vivian Oliveira.
As demissões foram informadas pelo portal Uol e aconteceram durante a tarde da última segunda-feira. Segundo a publicação, funcionários foram retirados dos estúdios do complexo RecNov, no Rio de Janeiro, durante o expediente e levados para o departamento de Recursos Humanos da emissora para serem notificados das demissões.
De acordo com o jornalista Fernando Oliveira, do Ig, o plano é que sejam demitidos 400 profissionais que trabalham no RecNov e outros 100 que atuam na sede da emissora, em São Paulo. Oliveira diz ainda que o corte de despesas se deve à uma auditoria exigida por Edir Macedo, que quer zerar os prejuízos na Record.
As demissões foram confirmadas pelo diretor nacional de comunicação da emissora: “A Record infelizmente teve que fazer algumas demissões porque nesse momento temos apenas um horário de novelas na grade. Para adequar o número de funcionários ao volume de produção, tivemos que reduzir”, explicou Celso de Freitas.
O diretor ainda afirmou que a emissora busca uma redução de 5% no quadro de funcionários, para “adequar a força de trabalho à produção de apenas um horário de novelas”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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