segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A Bíblia chegou ao Brasil 40 anos antes dos missionários protestantes

       A introdução das Sagradas Escrituras no Brasil começou discretamente em 1814. Naqueles primórdios, exemplares de Novos Testamentos e Bíblias completas eram distribuídos a bordo de navios que deixavam Lisboa e portos ingleses com destino ao Brasil. Era um trabalho muito inteligente e de bons resultados. Dependia da boa vontade e do espírito missionário de capitães de navio, comerciantes e pessoal diplomático e militar que viajassem para o Brasil. Os capelães britânicos radicados nos mais importantes postos brasileiros também participavam deste ministério.
        A partir de 1818, a distribuição de Bíblias na América Latina passou a ser feita por meio de agentes das duas sociedades bíblicas existentes, a Britânica e a Americana. O primeiro deles foi o pastor batista escocês James Thomson (1781-1854). Foi ele quem introduziu a Palavra de Deus na Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Porto Rico, Haiti, Cuba, México e várias ilhas das Antilhas. Não se sabe se ele esteve no Brasil.
     O pastor metodista americano Daniel Parish Kidder (1815-1891) foi o primeiro correspondente da Sociedade Bíblica Americana a se fixar no Brasil. Com a idade de 22 anos, já casado, ele percorreu o país de norte a sul. Kidder era destemido e criativo. Em uma de suas viagens a São Paulo, propôs à Assembléia Legislativa da Imperial Província de São Paulo o uso da Bíblia nas escolas primárias de toda a província e se comprometeu a doar doze exemplares para cada escola, caso a proposta fosse aprovada.
          Entre a chegada dos primeiros exemplares da Bíblia (1814) e a chegada do primeiro missionário protestante permanente (1855), há um espaço de 41 anos. Isso significa que as Escrituras Sagradas precederam a implantação das primeiras igrejas evangélicas brasileiras.

         Naquele tempo, a Igreja Romana não via com bons olhos o trabalho das sociedades bíblicas e de seus colportores (pessoas que se ocupavam da circulação da Bíblia por motivação missionária). Os protestantes pensavam e agiam de maneira diferente. Cada fiel deveria possuir seu próprio exemplar da Bíblia e conhecer o seu conteúdo, na certeza de que ela é "a única regra de fé e prática".

HISTÓRIAS DE MÁRTIRES - OS EXEMPLOS DOS PRIMEIROS CRISTÃOS


ESTEVÃO - Cerca de 34 AD, um ano depois da crucificação de Jesus, Estêvão foi expulso da cidade de Jerusalém e apedrejado até a morte. Cerca de 2.000 cristãos sofreram o martírio durante este tempo.

TIAGO - filho de Zebedeu e irmão mais velho de João, foi morto quando Herodes Agripa chegou como governador da Judeia (44 AD). Agripa detestava os judeus, e muitos discípulos da antiguidade foram martirizados sob o seu regime, inclusive Timão e Pármenas
FILIPE, um discípulo de Betsaida, na Galileia, sofreu o martírio em Heliópolis, na Frígia. Ele foi açoitado, lançado na prisão e depois crucificado.
MATEUS - o cobrador de impostos de Nazaré que escreveu um evangelho em hebraico, estava pregando na Etiópia quando sofreu o martírio pela espada. 
TIAGO, irmão de Jesus, administrou a igreja primitiva em Jerusalém e foi o autor de um livro da Bíblia com o seu nome. Na idade de 94, ele foi espancado e apedrejado, até que finalmente teve seu cérebro esmagado com um porrete.
Matias foi o apóstolo que substituiu Judas Iscariotes. Ele foi apedrejado em Jerusalém e depois decapitado.

André, irmão de Pedro, pregou o evangelho por toda a Ásia. Em sua chegada a Edessa, foi preso e crucificado em uma cruz, duas extremidades da qual foram fixadas transversalmente no chão (daí o termo, Cruz de Santo André). 

Marcos converteu-se ao Cristianismo por influência de Pedro, e depois transcreveu no seu Evangelho a narrativa de Pedro sobre Jesus. Marcos foi arrastado aos pedaços pelo povo de Alexandria, na frente de Serapis, seu ídolo pagão.

Pedro foi condenado à morte e crucificado em Roma. Jerônimo afirma que Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, a seu pedido, porque ele disse que era indigno de ser crucificado da mesma maneira que o seu Senhor. 

Paulo sofreu a primeira perseguição sob Nero. A fé de Paulo era tão forte mesmo à face do martírio, que as autoridades o levaram a um lugar privado fora da cidade para executá-lo com a espada. Em cerca de 72 AD, 

Judas, o irmão de Tiago comumente conhecido como Tadeu, foi crucificado em Edessa (72 AD). 

Bartolomeu pregou em vários países e traduziu o Evangelho de Mateus na Índia. Ele foi cruelmente espancado e crucificado pelos idólatras de lá. 

Tomé, chamado de o Dídimo, pregou na Pártia e na Índia. Ele foi morto por sacerdotes pagãos com uma lança que atravessou o seu corpo. 

Lucas foi o autor do Evangelho em seu nome. Ele viajou com Paulo através de diversos países e foi supostamente enforcado em uma oliveira pelos sacerdotes idólatras da Grécia.

Barnabé, de Chipre, foi morto sem muitos fatos conhecidos em 73 AD. 

Simão, de sobrenome Zelote, pregou na África e na Grã-Bretanha, onde foi crucificado em cerca de 74 dC

João, o "discípulo amado", era o irmão de Tiago. De Éfeso, ele foi levado à Roma, onde afirma-se que ele foi jogado em um caldeirão fervente. Ele escapou por um milagre, sem ferimentos. Depois disso, Domiciano o exilou à ilha de Patmos, onde escreveu o livro do Apocalipse. Ele foi o único apóstolo que escapou de uma morte violenta.
Fonte: Blog seguindo Jesus

HISTÓRIAS DE MÁRTIRES - INÁCIO

Trajano, assumindo um tom arrogante e desdenhoso, dirigiu-se ao idoso bispo, que se mantinha destemido perante ele, com estas palavras: - Quem és tu. espírito ímpio e mau, que te atreve não somente a transgredir nossas ordens, mas também a aplicar-te em carregar outros contigo para um fim miserável?
Meigamente, Inácio replicou: — Os espíritos ímpios e perniciosos pertencem ao Inferno; eles nada têm a ver com o cristianismo. Tu não podes chamar-me de ímpio e mau. Quando levo no coração o Deus verdadeiro. Os demônios tremem à simples presença dos servos do Deus a quem adoramos. Eu tenho Jesus Cristo, o Senhor universal e celestial, e Rei dos reis. Pelo seu poder, posso pisar todo o poder dos espíritos infernais.
— E quem é que possui e carrega seu Deus no coração? — indagou Trajano.

— Todos os que creem no Senhor Jesus Cristo, e o servem fielmente — foi a resposta daquele homem santo, 
Então não acreditas que também carregamos dentro de nós os nossos deuses imortais? Não vês como eles nos favorecem com o seu auxílio, e que grande e gloriosa vitória obtivemos sobre os nossos inimigos?
—Vós estais enganados ao chamar de deuses aquelas coisas que adorais — replicou Inácio, majestosamente. — Eles são espíritos amaldiçoados; são os demônios. O Deus verdadeiro é apenas um, e foi Ele quem criou os céus, a terra, e o mar, e tudo o que existe. E apenas um é Jesus Cristo, o Filho primogênito do Deus Altíssimo, e a Ele eu oro humildemente, para levar-me um dia à possessão do seu reino eterno.
— Quem é este Jesus Cristo? Não é Ele que foi posto à morte por Pôncio Pilatos?
— E dele que eu falo — volveu Inácio. — Ele, que foi cravado na cruz, que aniquilou o meu pecado e o inventor do pecado, e que, pela sua morte, pôs sob os pés daqueles que devotamente o levam no coração todo o poder e malícia dos demônios.
Então carregas dentro de ti este Jesus crucificado? — Perguntou o imperador com um sorriso sarcástico.
— Assim é — afirmou Inácio. — Porque Ele nos diz em sua santa Escritura: "Neles habitarei e andarei entre eles" (2 Co 6.16).
Por um momento, Trajano silenciou; pensamentos conflitantes passaram-lhe pela mente. Estava ansioso para ouvir mais sobre a religião dos cristãos, e tocado pela venerável aparência do servo de Cristo, esteve para mandá-lo de volta ao seu povo com uma leve reprimenda, mas demônio do orgulho e da infidelidade levantou-se de um salto em seu coração, e recordou-lhe que qualquer parcialidade para com a seita odiada seria um sinal de fraqueza, uma perda de popularidade, e uma falta de lealdade aos deuses. Ademais, a hesitação trairia o falso zelo de seu coração hipócrita, então, sentando-se no trono, pronunciou a sentença contra o bispo de Antioquia:
Ordenamos que Inácio, que afirma carregar consigo o Jesus crucificado, seja levado em cadeias à grande cidade de Roma, e cm meio aos jogos do anfiteatro, como um prazeroso espetáculo ao povo romano, seja dado em alimento ás bestas feras.
Quando Inácio ouviu sua sentença, caiu de joelhos, e erguendo os braços ao céu, bradou num êxtase de alegria: - Oh. Senhor, agradeço-te haver-me honrado com o mais precioso sinal da tua caridade, e permitido que eu seja acorrentado por teu amor, como foi o apóstolo Paulo.
Ele permaneceu na mesma posição, os braços levantados, os olhos fixos no céu; parecia haver tido um vislumbre daquela inefável alegria que tão ardentemente desejava, c que logo desfrutaria. Foi arrancado de seu devaneio pelas garras de um soldado que agarrou-lhe a frágil mão, e a prendeu numa algema de criminoso. Seu crime foi "carregar dentro de si Jesus crucificado". Ele não ofereceu resistência; cheio de alegria, e orando por seu pobre rebanho, foi com os guardas para uma das celas da prisão pública, onde aguardaria a partida para Roma. 

A CORRUPÇÃO


"Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem." (Salmos 14:1)         

domingo, 1 de outubro de 2017

BARCO

Para uma boa risada!


O barco estava cheio de gente, e um crente no último barquinho, de repente, começou uma tempestade enorme, cheia de turbulência, todos ficaram desesperados, eram 12 passageiros e só havia 11 bóias com salva-vidas, então, na hora de se salvar, gritaram, deixa o crente sem bóia, porque esse aí já está salvo!

DESAFIO DO PASTOR

Para uma boa risada!

Um renomado pastor desafiava as pessoas de uma cidade a trazerem os seus enfermos que ele curaria a todos em nome de Jesus. Muita propaganda foi feita através da mídia, e no dia marcado lotaram o pequeno templo. Ao final da mensagem, o pastor faz o apelo: - Quantos querem ser curados? Vieram à frente um aleijado e um fanhoso. O pastor virou de costas, ergueu as mãos e começou a gritar. Depois de muito barulho, ordena em voz alta: - Aleijado, solte as muletas! (ouve o barulho: patá, patá). E o pastor prossegue:


- Fanhoso, fale! E o fanhoso fala: - 'astô o ale'ado 'aiu!

A “ABISMAL POBREZA” NA COMUNIDADE DE FILIPOS

Pr. Rafael Jácome



        Na Segunda Epístola aos Filipenses, Paulo refere-se ao que chama de “abismal pobreza” das igrejas da Macedônia ( 2Co 8.2), entre as quais encontrava-se a de Filipos. Entretanto, encontramos que a comunidade daquela cidade contribuía para a coleta e ajudava economicamente o apóstolo. Então, o que define este termo?

        Naquela época a Macedônia tinha a fama de grande pobreza e não possuía grandes cidades. A sua maior atividade econômica era proveniente do campo, das aldeias e da riqueza acumulada pela agricultura. Tivemos, entretanto, as sequelas das guerras macedônicas que devastaram a região e a conquista pela República romana, que de consequência, proporcionaram várias invasões bárbaras. Além disto, ocorreram diversas batalhas civis que contribuíram com o despovoamento.

        Com o tempo as cidades macedônicas passaram a sobreviver da agricultura e eram povoadas principalmente por ex-soldados romanos. Não existia um grande comércio e nem indústrias. Portanto, comparada a cidades como Corinto ou Éfeso, era uma cidade considerada pobre.

        Mas, Paulo sempre destacou a extraordinária generosidade dos Macedônios. A “abismal pobreza” era relacionada à cidade de Filipos ou particularmente a situação dos cristãos daquela cidade? Como pode a “abismal pobreza” transformar-se em “tesouros de liberalidade” (2Co 8.2). “Deram segundo os seus meios e para além dos seus meios, com toda a espontaneidade e com viva insistência” (2Co 8.3-4 ). Não se sabe quais são as suas verdadeiras potencialidades e limites, mas deram conforme a generosidade de pobres.

        Alguns autores consideram este termo proverbial, destacando que os pobres não estavam totalmente sem dinheiro, apesar da analogia que eles deram “além dos seus meios”. Entretanto, podemos destacar que os filipenses mesmos sendo classificados como pobres, não estavam numa situação extrema de pobreza, tendo em vista que ajudavam frequentemente.


A PAZ DO SENHOR!                    Rafael Jácome

domingo, 17 de setembro de 2017

Por Rafael Jácome
Fonte:  



Simão foi pescador (Mt.4.18), até o dia em que, conduzido por seu irmão André (João1.40), conheceu o Senhor Jesus, o qual lhe chamou "Pedro" (Petros), nome grego que significa "pedra", o mesmo que "Cefas" em aramaico (João 1.42). Era chamado também de "Simão Barjonas", ou seja, Simão, filho de Jonas (Mt.16.17), ou filho de João (Jo.21.15). Devido ao uso de mais de um idioma, era comum as pessoas possuírem mais de um nome. Um hebraico, outro grego; ou um em latim, outro em aramaico, ou até mesmo dois nomes numa mesma língua.

O caso de Simão é bastante peculiar. Jesus lhe deu um novo nome: Pedro. Não lhe bastaria ser "famoso". Precisava ser firme e inabalável. Afinal, firmeza era o que mais lhe faltava naqueles primeiros anos de serviço ao Mestre. Em seus momentos de debilidade, era chamado de "Simão" (Lc.22.31; Mc.14.37; João 21.15-17). Era o "velho homem" em ação, com toda a sua fraqueza natural. 


Quando conhecemos o Senhor Jesus, ele muda o nosso nome. Muitos, antes de se converterem, eram chamados de "mentirosos", "enganadores", etc. Depois, passam a ser conhecidos como honestos, trabalhadores, bons cidadãos, etc. Quando o suposto convertido não vive à altura do evangelho, então fica conhecido como "crente desonesto", "crente mentiroso", etc. Tornou-se o seu "último estado pior do que o primeiro".


A FÉ PARA VENCER A TENTAÇÃO


Texto chave:

* 2 Timóteo 2:22 - Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
* 1 Coríntios 10:13 - Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.


INTRODUÇÃO

Pode ser que às vezes você sinta que uma tentação é forte demais para ser tolerada, mas isso é uma mentira de satanás. Deus prometeu nunca permitir que houvesse sobre você, mais do que Ele colocou dentro de você, para lidar com a situação. Ele não permitirá nenhuma tentação que você não possa superar. Então você precisa crer no que a Palavra de Deus declara sobre esta situação e praticar quatro fundamentos

DESENVOLVIMENTO

1.Redirecione sua tentação para outra coisa:

Tiago 4:7 - Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

Em nenhuma parte da palavra há orientação para “resistir” a tentação. Somos orientados a resistir o diabo. Resistir é um pensamento, só aumenta sua concentração na coisa errada e fortalece a sedução.Toda vez que você tenta bloquear um pensamento, você o empurra mais para o fundo da memória.Você não combate a tentação combatendo a sensação que ela traz. Quanto mais você combate um sentimento, mais ele consome e controla você.Como a tentação começa sempre com um pensamento a forma mais rápida de neutralizar seu fascínio é desviar sua tentação para outra coisa.
Você ganha ou perde uma batalha contra o pecado na mente. O que prende à tentação prenderá você.

2. Revele sua luta a um irmão ou ao seu líder

Eclesiastes 4:9 - Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. 10 - Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.

Você não precisa espalhar para todo mundo, mas precisa ao menos de uma pessoa com quem possa abertamente partilhar sua luta.
Se você está perdendo a batalha contra um mal hábito persistente, um vício, ou uma tentação e está em um ciclo repetitivo de ( infecção-fracasso-culpa), não irá se recuperar sozinho por conta própria. Você precisa de um amigo, irmão, líder ou companheiro de fé para lhe ajudar. Algumas tentações são vencidas somente com a ajuda de alguém que Deus colocou sobre a sua vida e ao seu lado.
A comunhão honesta e autêntica é o antídoto para sua luta solitária contra os pecados difíceis de vencer. É preciso ter fé de que este é o propósito de Deus na comunhão do corpo, para alguém ser sincero e se deixar ajudar.
A verdade é que qualquer assunto sobre qual você não possa falar, já está fora de controle na sua vida.(Tiago 4:6 -7  Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. 7 - Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. ). e (Romanos 3:23 - Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;).
Quero fazer uma pergunta difícil.
- O que você finge não ser um problema na sua vida?
- Do que você tem medo de falar?
Você não irá resolver isso por conta própria. Eu sei que é humilhante admitir nossas fraquezas perante outras pessoas, mas é exatamente a falta de humildade que muitas vezes o está impedindo de melhorar

3. Perceba sua vulnerabilidade

Jeremias 17:9 - Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?

Deus nos adverte para nunca ficarmos orgulhosos ou muito confiantes, pois esta é a receita da queda e da desgraça de muitos.
Nas circunstâncias adequadas, qualquer um de nós é capaz de qualquer pecado. Não devemos baixar a guarda e imaginar que somos imunes as tentações. Não se ponha por descuido em situações que lhe tragam tentações, evite-as (Provérbios 14:16 - O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza, e dá-se por seguro).
Lembre-se de que é mais fácil ficar fora das tentações do que sair delas (1 Coríntios 10:12 - Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia).

4. Resistir ao diabo

Tiago 4:7 - resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

Após termos nos humilhado e submetido a Deus, somos orientado a desafiar o diabo. Não devemos ficar inertes diante dos ataques do diabo. Devemos contra-atacar.Faça como Jesus, use a palavra para vence-lo.
Não argumente com o diabo, pois ele argumentará melhor do que você. Vença satanás não com armas carnais; porém com a verdade de Deus. Creia na Palavra de Deus e você será um vencedor.


CONCLUSÃO

Reflita nestes fundamentos e com fé pratique-as, pois são instrumentos de Deus para lhe fazer vitorioso.


Publicado por: HUGO DA SILVA ASCENÇÃO


terça-feira, 11 de abril de 2017

Uma Vida de Significados

By Estudos da Bíblia

Na Bíblia "escolher a vida" não é apenas ser contra a morte, mas sim viver uma vida significativa. A chave é que devemos fazer uma escolha ativa e dar um significado para as nossas vidas. Se uma vida de justiça é forçada sobre nós, não pode render as bênçãos que Deus tem para nós. A Bíblia Hebraica utiliza o verbo בחר(bahar) - “escolher” - frequentemente. Podemos inclusive argumentar que a "escolha" é a principal ação de Deus na Bíblia: Deus "escolheu" Abraão para ser o primeiro patriarca (Neemias 9:7), “escolheu” Israel para ser o seu povo (Isaías 44:1), e “escolheu” Jerusalém como sua cidade e David como seu rei (2 Crônicas 6:6). Viver uma vida de sanções divinas significa viver este ato essencial de fazer boas escolhas: "rejeitando o mal e escolhendo o bem" (Isaías 07:16).


Quem são as pessoas que ressuscitaram com Cristo?

By Equipe Biblia

Na Bíblia não existem muitos detalhes a respeito daqueles que ressuscitaram quando Jesus morreu. Vejamos o texto:
“Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos” (Mateus 27:50-53).
“Apenas Mateus registra este incidente relacionado com a crucifixão e ressurreição de Jesus (ver Salmo 68:18; Efésios 4:8). Deve-se notar que, embora os túmulos tenham sido abertos no momento da morte de Cristo, os santos não ressuscitaram até o momento da de Sua ressurreição (Mateus 27:53). Quão apropriado foi que Cristo trouxesse consigo do túmulo alguns dos prisioneiros  a quem Satanás havia mantido no cárcere da morte. Esses mártires saíram com Jesus imortalizados, e, depois, subiram com ele para o Céu.”[1]
Não sabemos o nome de nenhuma dessas pessoas. Mas o relato é claro. Após a ressurreição de Jesus estas pessoas, trazidas de volta à vida, entraram em Jerusalém e espalharam a notícia de que Jesus havia realmente ressuscitado. A respeito deste evento, Ellen White, a escritora cristã mais traduzida de todos os tempos, escreveu:
“Quando Jesus, suspenso na cruz, clamou: ‘Está consumado’ (João 19:30), as pedras se partiram, a terra tremeu e algumas das sepulturas se abriram. Quando Ele surgiu, vitorioso sobre a morte e o túmulo, enquanto a terra vacilava e a glória do Céu resplandecia em redor do local sagrado, muitos dos justos mortos, obedientes à Sua chamada, saíram como testemunhas de que Ele ressurgira. Aqueles favorecidos santos ressurgidos saíram glorificados. Eram escolhidos e santos de todos os tempos, desde a criação até os dias de Cristo. Assim, enquanto os líderes judeus procuravam esconder o fato da ressurreição de Cristo, Deus preferiu suscitar do túmulo, um grupo a fim de testificar que Jesus ressuscitara e declarar Sua glória. […] Aqueles que saíram após a ressurreição de Jesus, apareceram a muitos, contando-lhes que o sacrifício pelo homem estava completo, e que Jesus, a quem os judeus crucificaram, ressuscitara dos mortos; e, em prova de suas palavras, declaravam: ‘Ressuscitamos com Ele.’ Davam testemunho de que fora pelo Seu grande poder que tinham sido chamados de suas sepulturas. Apesar dos boatos mentirosos que circularam, a ressurreição de Cristo não pôde ser escondida por Satanás, seus anjos, ou pelos principais dos sacerdotes; pois aquele grupo santo, retirado de seus túmulos, espalhou a maravilhosa e alegre nova; Jesus também Se mostrou aos discípulos tristes e com coração despedaçado, afugentando-lhes os temores e dando-lhes satisfação e alegria. […] Depois que Jesus abençoou os discípulos [na ascensão], separou-Se deles e foi recebido em cima. E, ao subir, a multidão de cativos que ressuscitara por ocasião de Sua ressurreição, seguiu-O. Uma multidão do exército celestial estava no cortejo, enquanto no Céu uma inumerável multidão de anjos aguardava a Sua chegada”.[2]
É interessante notar que a Bíblia não entra em detalhes quanto a alguns eventos. Contudo podemos confiar em seus relatos pois a Palavra de Deus é imparcial e verdadeira. Quer tenha sido dada com mais ou menos detalhes, a palavra dos profetas de Deus é sempre verdadeira. “As palavras do SENHOR são verdadeiras; tudo o que ele faz merece confiança. O SENHOR Deus ama tudo o que é certo e justo; a terra está cheia do seu amor.” (Salmos 33:4-5 – NTLH).
Equipe Biblia.com.br
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[1] Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, vol. 5), p. 595.
[2] Ellen G. White, Primeiros Escritos (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira), p. 184, 185 e 190.