Fonte: Extraído do Dicionário Teológico de Andrade
Termo popularizado por Rudolf Bultmann (1884-1976) que, no estudo das Sagradas Escrituras, propôs a separação da essência da narrativa bíblica de sua forma meramente mítica. Segundo Bultmann, é imprescindível escoimar a mensagem divina dos mitos que povoam o Antigo e o Novo Testamento, para se captar a essência do Sagrado Livro. Bultmann, todavia, não levou em consideração esta verdade: na Bíblia nada é mito; tudo é história fartamente comprovada por evidências internas e externas. Se extirparmos o sobrenatural do Livro Santo, a Palavra de Deus perde todo o sentido; esvai-se-lhe a credibilidade. Levemos em conta, outrossim, que os milagres permeiam a Bíblia toda. Se vi- ermos a desacreditá-los, ser-nos-á mais cômodo adotar como norma de vida o ateísmo. Frente à Palavra de Deus, por- tanto, não há alternativa: ou aceitamo-la como no-la repassaram os profetas e apóstolos, ou descambamos já para a impiedade (Is 8.20; Ap 22. 18,19). A Bíblia toda é a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus. Aleluia!
Nenhum comentário:
Postar um comentário