A onda de violência que está varrendo Israel e
os territórios palestinos parece tornar um ambiente
propício para uma grande guerra. O conflito, é
verdade, já dura mais de setenta anos
e produz explosões ocasionais, mas, agora o perigo
de uma guerra real no Oriente Médio é maior.
A "Terceira Intifada" (como muitos analistas já definem os confrontos galopantes dos últimos dias, lembrando os que estouraram em 1987 e depois em 2000) nasceu de tensões reais, enraizadas na história de um território repleto de símbolos antigos, como os lugares sagrados em Jerusalém, e gangrenado no instável status quo criado após a Guerra dos Seis Dias em 1967, cujas instalações remontam ao nascimento de Israel em 1948 e ainda antes: na época da colonização sionista inicial na virada dos séculos XIX e XX. Mas, hoje mais do que nunca, a comunidade internacional parece estar sedebatendo, dividida e incerta sobre o que fazer.
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