quinta-feira, 30 de maio de 2013

DESCANSO MERECIDO

Por Rafael Jácome

   Aproveitando este final de semana maravilhoso, estou na cidade de Passa e Fica com minha esposa Cassiana e minha filha Geny Vitória. Amanhã visitar3ei a Pedra da Boca, vou colher umbu, cajá e feijão verde, tudo patrocinado pelo meu sogro Geraldo, é bom d+. DESCANSO, DESCANSO,... E boas leituras.
Até amanhã com alguns artigos inéditos.

A Graça de Jesus

Por Rafael Jácome

  A Graça é o princípio de todas as ações do cristianismo. É de todos os movimentos dos filhos de Deus. Muitos a encaram de diversas formas, principalmente sob o efeito de ser libertação, "boazinha", tranquila, amiga, assim como outros transformam como se fosse a quarta pessoa (Deus Pai, Filho, Espírito Santo e ...), o que é praticamente impossível no contexto da Trindade. Na verdade é ela uma disposição no coração de Deus.
       "Pela Graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8)

  A Graça é ação que Deus fez para a nossa existência. É um verdadeiro presente de Deus. Precisamos entender que Deus é nosso lugar de habvitação, de nossa existência. Tudo que existe, existe em Deus e, nada existe fora D´Ele. 

A Armadura de Deus

Por Rafael Jácome
Hb .6.10-20

    Meus caros amigos quero lembrar a todos que devemos ficar firmes diante das ciladas contínuas e insanas  do diabo. A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.
    Devemos estar firmes tomando toda a armadura de Deus, para podermos resistir, no dia mau e, após nossa vitória, sermos inabaláveis. Como podemos lutar e sairmos vitoriosos todos os dias e no dia mau?

  1. Tomando a armadura de Deus;
  2. Cingindo com Sua  verdade;
  3. Vestindo Sua Couraça;
  4. Calçando os pés com a preparação do evangelho da paz;
  5. Embaraçando sempre o escudo da fé;
  6. Tomando o Capacete da Salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; e
  7. Com toda oração e súplica, no Espírito, vigiando e perseverando.
    Somos todo convocados para lutarmos a boa batalha. Com Cristo somos vitoriosos e preservados contra todas as maldades e ciladas do diabo. Por último quero lembrar e salientar que continuamente 70 X 7 é a quantidade para renovarmos o espírito de verdadeiros lutadores em Cristo Jesus.

sábado, 25 de maio de 2013

Conhecimento filosófico - Sócrates

Por Rafael Jácome
Fonte: Apostilas da FIC



Para Sócrates o saber não é algo que alguém (o mestre) transmite à pessoa que aprende (discípulo). O saber, o conhecimento, é uma descoberta que a própria pessoa realiza. Conhecer é um ato que se dá no interior do indivíduo. A função do mestre, segundo Sócrates, é apenas ajudar o discípulo a descobrir, por si mesmo, a verdade.
O método socrático foi denominado de ironia, e em dois momentos: a refutação e a maiêutica.

Na refutação, Sócrates levantava objeções às opiniões que o discípulo tinha sobre algum assunto e que julgava ser a verdade. De objeção em objeção, o aluno ia tentando responder às dúvidas levantadas por Sócrates até que, se contradizendo cada vez mais, admitia sua ignorância e se dizia incapaz de definir o que até há pouco julgava conhecer tão bem. Essa etapa do método tinha como objetivo libertar o espírito das opiniões, pois segundo Sócrates a consciência da própria ignorância é o primeiro passo para se encaminhar na busca da verdade.

Tendo o discípulo tomado consciência de que nada sabia, Sócrates passa então para a segunda parte de seu método, que ele mesmo denominou maiêuticaPartindo do conhecido para o desconhecido, do fácil para o difícil, Sócrates vai fazendo a seu discípulo uma série de perguntas que o leva a refletir, a descobrir e a formular as próprias respostas.

Sócrates comparava esse trabalho ao de sua mãe que era parteira, pois, da mesma forma que ela ajudava as mulheres a dar à luz seus filhos, ele ajudava seus discípulos a dar à luz as idéias. Daí o nome que atribui a seu método, pois, em grego, a palavra maiêutica designa o trabalho da parteira.
Um exemplo clássico da maiêutica socrática aparece no diálogo Menon, escrito por Platão, que foi discípulo de Sócrates. Nesta obra, Platão nos mostra um diálogo de seu mestre com um jovem escravo, no qual ele ajuda o escravo a descobrir, por si mesmo, algumas noções de geometria.           
Sócrates afirmava que os mestres devem ter paciência com os erros e as dúvidas de seus alunos, pois, é a consciência do erro que os leva a progredir na aprendizagem.

A arte de exercitar e a arte de ensinar

Por Rafael Jácome
Fonte: Apostilas da FIC


 O vocábulo didática deriva da expressão grega techné didaktiké, que se traduz por arte ou técnica de ensinar. Enquanto adjetivo derivado de um verbo, o vocábulo referido origina-se do termo didásko cuja formação lingüística – note-se a presença do grupo sk dos verbos incoativos – indica a característica de realização lenta através do tempo, própria do processo de instruir.

Como o Mestre Jesus, observemos cuidadosamente uma criança para aprender dela o que vem a ser a educação. Sim, porque a educação no seu sentido mais largo abarca todos os passos e processos pelos quais o Infante gradativamente é transformado num adulto inteligente e bem desenvolvido.

Consideremos a criança. Tem ela um corpo humano completo, com olhos, mãos e pés – todos os órgãos do sentido, da ação e da locomoção – e, não obstante, está ali inerme – sem meios de defesa – desajudada no seu berço. Ri, chora, sente. Tem os atributos dum adulto, mas não os poderes dele. Em que o bebê difere do adulto? Só no fato de ser um bebê. Tem corpo e membros pequenos, frágeis e sem uso voluntário. Seus pés não podem andar; as mãos, sem habilidade; seus lábios não falam. Seus olhos vêem, mas não percebem; e seus ouvidos não entendem. O universo no qual acaba de entrar e que o rodeia é para ele coisa misteriosa e desconhecida.

Maior consideração e estudo nos aclaram que a criança é apenas um germe – não tendo ainda o crescimento que lhe é destinado – e é Ignorante – sem idéias adquiridas.
Sobre esses dois fatos descansam os dois conceitos da educação. Primeiro o desenvolvimento das capacidades; segundo, a aquisição da experiência. Aquele é a maturação do corpo e da mente. E este, o processo de fornecer à criança a herança da raça.

Cada um desses fatos – a imaturidade da criança e a sua ignorância – devem servir de base à ciência da educação. O primeiro enfatizará as capacidades do ser humano, bem como a ordem em que se desenvolvem e as suas leis de crescimento e ação. O segundo abarcará o estudo dos vários ramos do conhecimento humano, e como são descobertos, desenvolvidos e aperfeiçoados. Cada uma dessas ciências necessariamente inclui a outra, assim como o estudo dos poderes inclui o conhecimento dos seus produtos, assim como o estudo dos efeitos abarca uma revisão das causas.

Baseando-se nessas duas formas da ciência educacional podemos ver que a arte da educação é dupla: a arte de exercitar e a arte de ensinar. Uma vez que a criança mostra-se imatura no uso de todas as suas capacidades, vê-se que o primeiro passo na educação é exercitá-la no sentido de desenvolver inteiramente essas capacidades. Tal preparo deve ser físico, mental e moral.

Visto que a criança é ignorante, a educação deve comunicar-lhe a experiência da raça. Esta é propriamente a obra ou a função do ensino. Vista a esta luz, a escola é uma das agências de educação, uma vez que continuamos por toda a vida a adquirir experiência. Então, o primeiro objetivo do ensino é estimular ou criar no aluno o amor ou a vontade de aprender, e formar nele hábitos e ideais de estudo independente.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

James

By Rafael Jácome
Life Application Study Bible


 Jesus singled out three of his 12 disciples for special training. James, his brother John, and Peter made up this inner circle. Each eventually played a key role in the early church. Peter became a great speaker, John became a major writer, and James was the first of the 12 disciples to die for his faith.
The fact that his name is always mentioned before John’s indicates that James was the older brother. Zebedee, their father, owned a fishing business in which they worked alongside Peter and Andrew.When Peter, Andrew, and John left Galilee to see John the Baptist, James stayed back with the boats and fishing nets. Later, when Jesus called them, James was as eager as his partners to follow.
James enjoyed being in the inner circle of Jesus’ disciples, but he misunderstood Jesus’ purpose. He and his brother even tried to secure their role in Jesus’ Kingdom by asking Jesus to promise them each a special position. Like the other disciples, James had a limited view of what Jesus was doing on earth, picturing only an earthly kingdom that would overthrow Rome and restore Israel’s former glory. But above all, James wanted to be with Jesus. He had
found the right leader, even though he was still on the wrong timetable. It took Jesus’ death and resurrection to correct his view.
James was the first of the 12 disciples to die for the gospel. He was willing to die because he knew Jesus had conquered death, the doorway to eternal life. Our expectations about life will be limited if this life is all we can see. Jesus promised eternal life to those willing to trust him. If we believe this promise, he will give us the courage to stand for him even during dangerous times. 
Strengths and accomplishments
● One of the 12 disciples
● One of a special inner circle of three with Peter and John
● First of the 12 disciples to be killed for his faith Weaknesses
and mistakes
● Two outbursts from James indicate struggles with temper (Luke
9:54) and selfishness (Mark 10:37). Both times, he and his brother,
John, spoke as one Lesson from his life
 ● Loss of life is not too heavy a price to pay for following Jesus
Vital statistics ● Where: Galilee
● Occupations: Fisherman, disciple
● Relatives: Father: Zebedee. Mother: Salome. Brother: John.
● Contemporaries: Jesus, Pilate, Herod Agrippa
Key verses “Then James and John, the sons of Zebedee, came over and spoke to him. ‘Teacher,’ they said, ‘we want you to do us a favor.’ ‘What is your request?’ he asked. They replied, ‘When you sit on your glorious throne, we want to sit in places of honor next to you, one on your right and the other on your left’” (Mark 10:35-37). James’s story is told in the Gospels. He is also mentioned in Acts 1:13 and 12:2.

Jesus end womem

By Rafael Jácome
Life Application Study Bible


Jesus talks to a Samaritan woman at the well. . . .  . . . . John 4:1-26
Jesus raises a widow’s son from the dead . . . . . . . . . . Luke 7:11-17
A sinful woman anoints Jesus’ feet . .  . . . . . . . . . . . . Luke 7:36-50
Jesus forgives an adulterous woman .     . . . . . . . . . . . . John 8:1-11
A group of women travels with Jesus . . .  . . . . . . . . . . . Luke 8:1-3
Jesus visits Mary and Martha . . . . . . . . . . . . . . . . . . Luke 10:38-42
Jesus heals a crippled woman . . . . . . . . . . . . . . . . . . Luke 13:10-17
Jesus heals the daughter of a Gentile woman . . . . . . . Mark 7:24-30
Weeping women follow Jesus on his way to the c. . . Luke 23:27-31
Jesus’ mother and other women gather at the cross . . John 19:25-27
Jesus appears to Mary Magdalene  . . . . . . . . . . . . . . . Mark 16:9-11
Jesus appears to other women after his resurrection . tthew 28:8-10

As a non-Jew recording the words and works of Jesus’ life, Luke demonstrates a special sensitivity to other “outsiders” with whom Jesus came into contact. For instance, Luke records five events involving women that are not mentioned in the other Gospels. In first-century Jewish culture, women were usually treated as second-class citizens with few of the rights men had. But Jesus crossed those barriers, and Luke showed the special care Jesus had for
women. Jesus treated all people with equal respect. The above passages tell of his encounters with women.

A base da remissão dos pecados

Eurico Kemp


Arrependimento é a base da remissão dos pecados (cf. Lc 24.47; At 5.31)
 Deus sempre quer perdoar os que confessam os seus pecados e os deixam (cf. Pv 28.13; 1 Jo 1.9). Pelo arrependimento, o homem desamarra-se dos seus pecados  e dos laços do diabo (cf. 2 Tm 2.25,26). A Bíblia diz: “Tu perdoaste a maldade do meu pecado” (Sl 32.5). Os pecados são apagados pelo arrependimento (cf. At 3.19).

 Arrependimento para a vida (cf. At 11.18)

 O arrependimento leva o homem ao encontro com Jesus, aquEle que é a vida (cf. Jo 14.6). “Quem tem o Filho tem a vida “ (cf. 1 Jo 5.12). O crente pode dizer: Cristo é a minha vida (cf. Cl 3.4).

 Arrependimento para a salvação (cf. 2 Co 7.10)
 Quando o homem volta-se para Deus, transformase pelo poder divino. Tudo é agora novo (cf. 2 Co 5.17). O arrependido passa a buscar as coisas que são de cima (cf. Cl 3.1-3), aborrecendo o pecado e amando a justiça, sendo ungido por Deus com o óleo da alegria (cf. Hb 1.9).

O milagre da fé

Por Rafael Jácome


 Pela fé, o homem arrependido tem um encontro com Deus, encontro que procura um milagre. O penitente é recebido por Deus que o restaura perdoandolhe os pecados pelos méritos de Jesus. É realmente um grande milagre!

O arrepedimento - canal aberto para a Graça

Por Eurico Kemp


 O arrependimento abre agora a porta para a manifestação da fé no coração do homem (cf. Rm 10.9): “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15). A fé não é algo que vem do homem, mas é operada por Jesus — autor e consumador da fé —, pela Palavra de Deus (cf. Rm 10.17) e pelo Espírito Santo. É indispensável que a fé germine no coração do homem, pois sem fé é impossível agradar a Deus (cf. Hb 11.6).
 É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele realmente existe (cf. Hb 11.6). Deus, embora invisível e desconhecido do homem, tornase real e presente quando a fé é implantada no coração do penitente. A fé é a prova das coisas que não se vêem (cf. Hb 11.1)

O arrepedimento - a contrição que salva

Eurico Kemp


  O arrependimento opera uma verdadeira reviravolta na vida do homem. Aquele cuja mente, sentido e vontade estavam totalmente voltados para o mundo e para o pecado (cf. 2 Co 3.14; Ef 4.17; 1 Tm 6.10), de  repente volta-se para Deus. Essa mudança é total, pois abrange tudo em sua vida.

O seu arrependimento, antes obscurecido, sente o mal que praticou e compreende que Deus é o único caminho (cf. 2 Co 4.4). A sua consciência desperta e lembra-lhe o mal que praticou no passado.
No seu sentimento há agora remorso e tristeza. O arrependimento traz ao homem uma contrição (cf. 2 Co 7.9), gerando nele uma mudança de atitude. Assim foi com o filho cujo pai solicitou-lhe que fosse trabalhar na sua vinha. Primeiro ele não quis; mas depois, arrependendo-se, foi (cf. Mt 21.28,29).
Também a vontade fica dominada pelo poder do arrependimento. Ela se volta para Deus, desejando cumprir a sua vontade (cf. 1 Pe 4.2; Rm 6.17).

Arrependimento — operado pelo Espírito

Eurico Kemp


  O Espírito Santo opera o arrependimento, aplicando-o à obra de Cristo na vida do homem, convencendoo do pecado, da justiça de Cristo e do juízo vindouro (cf.  Jo 16.8,9). O arrependimento também resulta da pregação da Palavra de Deus (cf. Mt 12.41). Quando Deus manifesta-se aos homens, estes sentem-se humilhados,  quebrantados e prontos a se arrependerem (cf. Jó 42.5,6).

Arrependimento: tema da pregação no início do Cristianismo

Por Rafael Jácome



 João Batista pregou o arrependimento (cf. Mt 3.2). Jesus pregou arrependimento. Os apóstolos pregaram arrependimento (cf. At 2.38), e “Deus anuncia agora a todos os  homens em todo o lugar, que se arrependam” (cf. At 17.30).

O arrependimento

Por Eurico Kemp


 O arrependimento expressa uma grande transformação no interior do homem, gerando nele remorso e tristeza pelo mal que praticou, levando-o a pedir perdão  a Deus e implorando força para viver uma nova vida. Arrependimento e conversão constituem uma só experiência, porém exprimem dois lados dela (cf. At 3.19).

O caminho do arrepedimento

Por Rafael Jácome
Fonte: Dicionário Teológico de Bergsten


Para o crente guardar-se no caminho da salvação, importa que ande na luz, como o Senhor na luz está! Então, o sangue de Jesus purifica de qualquer falta que tiver cometido contra Deus (cf. 1 Jo 1.7,9). A atitude normal é o crente não pecar (1 Jo 2.1; 3.6). Mas, “se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 Jo 2.1). Jesus viu graves falhas nas igrejas na Ásia Menor, que constituíam perigo, ameaça de morte espiritual (cf. Ap 3.1) e perda do castiçal. O próprio Jesus disse que batalharia contra elas (cf. Ap 2.16). Todavia, Jesus não ensinou às igrejas que “sendo já uma vez salvas estariam salvas para sempre”. Pelo contrário, advertiu àquelas igreja dizendo: “Arrepende-te”! (cf. Ap 2.5,16,21; 3.3,19). Um crente que vigia e se arrepende de qualquer falta cometida, conserva a sua alma lavada no sangue de Jesus e, confiando no poder de Deus, pode permanecer no caminho do Senhor até o fim! Que Deus nos guarde!

Heliocentrismo

Por Rafael Jácome


[Do gr.  helios , sol; do lat.  centrum, centro ]

  Doutrina astronômica defendida por Copérnico e Galileu, segundo a qual não é a terra, e sim o sol, o centro do sistema planetário. Ou seja: tanto a terra como os demais planetas, além de girarem em torno de si mesmos, giram em torno do sol.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Eve is the mother of us all

By Rafael Jácome
Fonte: Cronologia  Life Study Bible


EVE We know very little about Eve, yet she is the mother of us all. She was the final piece in the intricate and amazing puzzle of God’s creation. Adam now had another human being with whom to fellowship—someone equally made in God’s image. Here was someone alike enough for companionship, yet different enough for relationship. Together they were greater than either could have
been alone.

 • Satan approached Eve in the Garden of Eden, where she and Adam lived. He questioned her contentment. How could she be happy when she was not allowed to eat from one of the fruit trees? Satan helped Eve shift her focus from all that God had done and given to the one thing he had withheld. And Eve was willing to accept Satan’s viewpoint without checking with God. 

• Sound familiar? How often is our attention drawn from all that is ours to the little that isn’t? We get that “I’ve got to have it” feeling. Eve was typical of us all, and we consistently show we are her descendants by repeating her mistakes. Our desires, like Eve’s, can be quite easily manipulated. They are not the best basis for actions. We need to keep God central in our decision-making process. His Word, the Bible, is our guidebook in decision making. Strengths and
accomplishments

• First wife and mother
• First female. As such she shared a special relationship with
God, had coresponsibility with Adam over creation, and
displayed certain characteristics of God Weaknesses and mistakes
• Allowed her contentment to be undermined by Satan
• Acted impulsively without talking either to God or to her mate
• Not only sinned, but shared her sin with Adam
• When confronted, blamed others

Lessons from her life

• Women bear the image of God fully
• The necessary ingredients for a strong marriage are commitment
to each other, companionship with each other, complete oneness, absence of shame (Gen 2:24-25)
• The basic human tendency to sin goes back to the beginning
of the human race
Vital statistics • Where: Garden of Eden
• Occupation: Wife, companion, co-manager of Eden
• Relatives: Husband: Adam. Sons: Cain, Abel, Seth.
Numerous other children.
Key verse “‘At last!’ the man exclaimed. ‘This one is bone from my bone, and flesh from my flesh! She will be called “woman,” because she was taken from “man”’” (Gen 2:23).
Eve’s story is told in Genesis 2:18–4:26. Her death is not mentioned in Scripture.

WHAT THE BIBLE SAYS ABOUT MARRIAGE

By Rafael Jácome
Fonte: Cronologia Life Study Bible


Gen 2:18-24 Marriage is God’s idea
Gen 24:58-60 Commitment is essential to a successful marriage
Prov 5:18 Marriag e holds times of great joy
Song 4:9-10 Romance is important
Mal 2:14-15 Marriage creates the best environment for raising children
Matt 5:32 Unfaithfulness breaks the bond of trust, the foundation
of all relationships
Matt 19:6 Marriage is permanent
Rom 7:2-3 Only death should dissolve marriage
Eph 5:21-33 Marriage is based on the principled practice of love,
not on feelings
Eph 5:23-32 Marriage is a living symbol of Christ and the church
Heb 13:4 Marriage is good and honorable
10
UNITED MONARCHY
1050–930 BC
GOD’S CHOSEN FAMILY
2100–1800 BC
BIRTH OF ISRAEL
1800–1406 BC
POSSESSING THE LAND
1406–1050 BC
BEGINNINGS
undated

O boato espalha o mal

Por Rafael Jácome
Fonte: Jaime Kemp


 “Ele não fala mal dos outros, não prejudica os seus amigos e não espalha boatos a respeito de seus vizinhos.” (Salmo 15.3)

  A Palavra de Deus não deixa dúvidas quando condena comentários maldosos, insinuações, “fofocas” e ofensas que sempre ferem e prejudicam outras pessoas. Em Tiago 3.6, lemos que a língua é “um mundo de maldade; … espalha o mal em todo nosso ser. Com o fogo que vem do próprio inferno, ela põe toda a nossa vida em chamas.” Este é um aviso muito sério de Deus, que se repete em vários outros trechos bíblicos. Porém infelizmente nem sempre o encaramos com seriedade. O cristão não pode falar mal de outras pessoas, prejudicar seus amigos, espalhar boatos a respeito de conhecidos. Se agir assim, não estará agradando a Deus. Nossas palavras devem edificar e não destruir. Isso não quer dizer que não podemos ser sinceros, mas tudo o que sai de nossa boca deve ser dito com amor, para o crescimento da outra pessoa e para a glória de Deus. Nós fomos criados para louvar o Senhor e não para julgar nossos semelhantes. Assim como todo aquele que utiliza sua língua para o mal põe toda a sua vida em chamas do inferno, a pessoa que sabe controlá-la tem o direito de morar no templo de Deus, ser hóspede do Senhor, o que é uma grande honra!
 Conferir Provérbios 16.28; 18.8; 6.19; 11.9; Mateus 5.15-19
 Ref. Bíblica: Salmo 15.1-3

Os 24 Anciões

Por Rafael Jácome
Fonte: Teologia Sistemática de Bergsten


Junto ao trono de Deus encontramos um grupo de seres angelicais da mais elevada função celestial (cf. Ap 4.4-10; 6.5-14; 7.11-13; 11.6; 14.3; 19.4), chamado de “os vinte e quatro anciãos”. Deus os encarregou de representarem a igreja de Deus de todos os tempos. Dessa maneira, 12 anciãos representam a igreja do Antigo Testamento (as 12 tribos de Israel), enquanto outros 12 representam a igreja do Novo Testamento (os 12 apóstolos do Cordeiro). Isso se registra conforme a visão do apóstolo João na cidade celestial chamada Nova Jerusalém, onde os nomes das 12 tribos de Israel estão gravados nas 12 portas da cidade (cf. Ap 21.12), e os 12 apóstolos do Cordeiro nos 12 fundamentos dessa cidade (cf. Ap 21.14). A Bíblia não revela a sua função, porém informa que eles têm vestidos brancos, com coroas de ouro sobre as suas cabeças (cf. Ap 4.4), e permanecem sempre diante do trono de Deus (cf. Ap 4.4), cantando louvores ao Cordeiro pela salvação que Ele ganhou com o seu sangue (cf. Ap 5.8-13).

Pedra Fundamental

Por Rafael Jácome
Fonte: Dicionário do Movimento Pentecostal


O lançamento da pedra fundamental de uma obra para uso da igreja tornou-se um costume altamente significativo entre as igrejas pentecostais. É uma oportunidade para os crentes cultuarem a Deus e serem motivados a se interessarem pela construção. Os crentes acreditam que é também um momento de exercitar a fé nas promessas de Deus, e tudo junto é um vivo testemunho do progresso da igreja.

 O ato em si não tem um programa minucioso, mas é levado a efeito com muita alegria, expressa em hinos, testemunhos e mensagens rápidas. O ponto alto é o momento em que é colocada solenemente, em um buraco aberto no chão do terreno, uma pedra previamente preparada, a pedra fundamental. Há o costume de colocar também uma Bíblia, mas isto é condenado por muitos crentes, por entenderem que a Palavra de Deus não é para ser “enterrada”, mas anunciada. O ato é um símbolo do início da construção, e a Palavra de Deus é a verdade que deve ser proclamada. “Uma Bíblia na mão de uma pessoa fará mais efeito do que ‘enterrada’ numa obra”, afirmam.

 A cerimônia de lançamento da pedra fundamental, em 6 de outubro de 1968, de um novo templo para a Assembléia de Deus de Antonina (PR), publicada na revista  A Seara , em agosto de 1969, p. 16, é um exemplo típico deste ato solene entre as igrejas pentecostais:

 O acontecimento em apreço teve início pela manhã com um grande culto no templo atual. Não podíamos deixar de citar que nesse culto já contávamos com a participação de várias caravanas. À tarde uma grande multidão reuniu-se no amplo terreno para comemorar o ato solene. A movimentação popular nas primeiras horas da tarde fazia antever o derramamento de grandes bênçãos para o povo de Deus.
 Depois de ouvirmos belos hinos e inspiradas mensagens da Palavra de Deus, foi feito o simbólico lançamento da Pedra Fundamental do futuro grande templo pelos pastores Carlos Mazza e Raimundo Silva.

 Quando classificamos o novo templo de grande, esclarecemos que ele acomodará 3.500 pessoas, aproximadamente; recordamos também, nesta data, que esse acontecimento era o resultado da intervenção divina para com o povo antoninense, pois muitos problemas e dificuldades tinham surgido; mas, “grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres”.

 À noite as festividades prosseguiram com êxito. Os crentes e convidados se reuniram no templo-sede às 19 horas, para um culto de louvores e agradecimentos pelas bênçãos alcançadas.
 No epílogo do culto, atendendo ao convite, nove almas renderam-se aos pés do Senhor.
 O ponto alto das festividades foi a operação do Espírito Santo.

 Fonte:  OLIVEIRA, Temóteo Ramos.  Manual de Cerimônias . Rio de Janeiro: CPAD, 1990, 4a edição, pp. 94-96.

O serviço dos Anjos na vida de Jesus

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Teologia Sistemática de Bergsten


Para Jesus vir a este mundo e tomar a forma de servo (cf. Fp 2.7), teve de deixar os céus, a habitação dos anjos, e fazer-se, por um pouco de tempo, menor do que os anjos (cf. Hb 2.7). Os anjos, porém, acompanharam-no e o serviram durante todo o tempo em que Ele esteve aqui na terra. Vejamos o que a Bíblia nos ensina sobre isso.

Foi um anjo que revelou a Maria que ela seria a mãe do Salvador (cf. Lc 1.28-36). José, o noivo que já havia resolvido deixar Maria secretamente, foi instruído por um anjo (cf. Mt 1.19-21), e fez o que ele ordenou (cf. Mt 1.24).

Os anjos se fizeram presentes na noite em que Jesus nasceu (cf. Lc 2.10-14), e a escuridão se encheu de louvores a Deus. 

Quando Herodes resolveu matar as crianças em Belém, um anjo revelou isso a José, dando-lhe ordem de fugir para o Egito (cf. Mt 2.13-18). Quando o perigo passou, um anjo fez com que José, Maria e Jesus voltassem do Egito (cf. Mt 2.19-23).

Quando Jesus foi tentado pelo diabo e o venceu, os anjos apareceram para o servir (Mt 4.11).

Jesus disse a Natanael que ele veria os anjos subirem e descerem sobre o Filho do homem (cf. Jo 1.51).

No Getsêmane, quando Jesus orava na maior angústia, veio um anjo para o confortar (cf. Lc 22.43). Jesus disse que poderia pedir ao Pai, e o Pai lhe daria mais de 12 legiões de anjos (cf. Mt 26.53). Porém, Jesus não pediu, pois Ele havia se entregado para morrer por nós. Aleluia!

Mas quando Jesus estava pendurado na cruz, não apareceu anjo algum: Jesus sofreu sozinho, e as trevas cobriram a terra. Jesus exclamou: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” (Mt 27.46).

Quando Jesus ressuscitou, apareceram anjos (cf. Mt 28.1-6; Mc 16.5-7; Lc 24.4; Jo 20.12).

Na ascensão de Jesus manifestaram-se dois anjos (cf. At 1.11) e, quando Ele, triunfante, entrou no céu, foi recebido pela multidão dos anjos: “Levantai ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entraráo Rei da Glória” (Sl 24.7). Graças a Deus!

Inspirar

Por Rafael Jácome


Fazer penetrar no ânimo. // O terror que inspirava caiu sobre todos, Et 9.2. Inspira canções de louvor, Jó 35.10. Toda Escritura é inspirada por Deus, 2 Tm 3.16.

Hosana

Por Rafael Jácome


Quer dizer: “Salva-nos, te pedimos”, Mt 21.9.15; Mc 11.9,10; Jo 12.13. Aclamação de louvor, tirada de Salmos 118.25.

Apologia

Por Rafael Jácome


Discurso, ou tratado, em defesa e louvor de alguma coisa, principalmente de caráter religioso.

Doxologia

Por Rafael Jácome


[Do gr. doxa, glória + logia, palavra]

Manifestação de louvor e enaltecimento à Deus através de expressões de exaltamentos (Deus seja louvado! Aleluia!) e hinos.  A doxologia não pode vir desassociada da  verdadeira adoração. Ela exige adoração.  

DOXOLOGIA

Por Rafael Jácome



[Do gr. doxa, glória + logia, palavra] 

Manifestação de louvor e enaltecimento à Deus através de expressões de exaltamentos (Deus seja louvado! Aleluia!) e hinos.  A doxologia não pode vir desassociada da  verdadeira adoração. Ela exige adoração.  

Doxoloxia

Por Rafael Jácome


Manifestação de louvor e enaltecimento à Deus através de expressões de exaltamentos (Deus seja louvado! Aleluia!) e hinos.  A doxologia não pode vir desassociada da  verdadeira adoração. Ela exige adoração.  

Beraká

Por Rafael Jácome


[Do hb.  bênção ]

Oração de louvor e de  ações de graças ao Todo-Poderoso pelas bênçãos recebidas. É um gênero literário muito comum no Antigo Testamento. Exemplo de berakás: a bênção que Melquisedeque impetrou sobre Abraão, e a que Jetro rogou sobre Moisés (Gn 14.26,27; Êx 18.9-11). 

domingo, 19 de maio de 2013

Filosofia da Religião

Por Rafael Jácome

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



A Filosofia da Religião é uma das disciplinas que se constitui numa das divisões da filosofia. Tem por objetivo o estudo da dimensão espiritual do homem desde uma perspectiva filosófica (metafísica, antropológica e ética), indagando e pesquisando sobre a essência do fenômeno religioso: "o que é afinal, a religião?".

Para o estudo da Filosofia da Religião são usados os métodos histórico-crítico comparativo, o filológico e o antropológico. O primeiro deles compara as várias religiões no tempo e no espaço, em busca de seus aspectos mais comuns e suas diferenças, para verificar o que constitui a essência do fenômeno religioso. O segundo faz o estudo comparativo das línguas, visando encontrar as palavras utlizadas para descrever e expressar o sagrado e suas raízes comuns e o terceiro método procura reconstruir o passado religioso tendo por base a etnologia (estudo dos povos primitivos e atuais, suas instituições, crenças, rituais e tradições). A Filosofia da Religião deve fazer uma adequada conjugação desses métodos "para obter a melhor soma de elementos para chegar à conclusão mais correta sobre a essência da religião e suas características universais."

ORIGIN OF THE UNIVERSE

BY Rafael Jácome
Fonte: Cronogia Lige Study


The Bible does not discuss the subject of evolution, but its worldview assumes God created the world. The biblical view of creation is not in conflict with science; rather, it is in conflict with any worldview that starts without a creator. Equally committed and sincere Christians have struggled with the subject of beginnings and come to differing conclusions. This is to be expected because the evidence is very old and quite fragmented, due to the ravages of the ages.

Polarizations and black-and-white thinking should be avoided. Students of the Bible must be careful not to make the Bible say what it doesn’t say, and students of science must not make science say what it doesn’t say. The most important aspect of the continuing discussion is not the process of creation, but the origin of creation. The world is not a product of blind chance and probability; God created it.The Bible not only tells us that the world was created by God, but more importantly, it tells us who this God is. It reveals God’s personality, his character, and his plan for his creation. It also reveals God’s deepest desire—to relate to and fellowship with the people he created. God took the ultimate step toward fellowship with us through his historic visit to this planet in the person of his Son, Jesus Christ. We can know in a very personal way this God who created the universe.

The book of Genesis begins with “God created the heavens and the earth.” The heavens and the earth are here. We are here. God created all that we see and experience. Here we begin the most exciting and fulfilling journey imaginable.

OS DESCENDENTES DE NOÉ SE ESPALHARAM PELOS DIVERSOS LUGARES DA TERRA.

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Internet



diversidade de línguas obrigou a multidão quase infinita desse povo a dividir-se em diversas colônias, segundo Deus, por sua providência, os ia levando. Assim, não somente o meio da terra, mas também as margens do mar encheram-se de habitantes. Houve mesmo quem embarcasse em navios e passasse às ilhas. Algumas dessas nações conservam ainda os nomes dados por aqueles que lhes deram origem, outras mudaram-nos e outras ainda, por fim, em vez dos nomes bárbaros que antes possuíam, receberam nomes que eram do agrado daqueles que nelas vinham se estabelecer. Os gregos foram os principais autores dessa mudança, pois, havendo-se tornado senhores de todos esses paí­ses, davam-lhes nomes e como bem desejavam impunham leis aos povos con­quistados, usurpando, assim, a glória de passar por seus fundadores.

A idade dos primeiros homens

Por Rafael Jjácome
Fonte: Extraído da Internet



Noé viveu trezentos e cinqüenta anos depois do dilúvio, na máxima prospe­ridade, e morreu com novecentos e cinqüenta anos de idade. Por maior que seja a diferença entre a pouca duração da vida dos homens de hoje e a longa duração da dos de que acabo de falar, o que narro não deve passar por inverossímil. É que, além de os nossos antepassados serem muito queridos de Deus, e como obra que Ele havia feito com as próprias mãos, os alimentos de que se nutriam eram mais apropri­ados para conservar a vida. E Deus a prolongava, tanto por causa de sua virtude como para lhes dar meios de aperfeiçoar as ciências da geometria e da astronomia, que eles haviam inventado — o que eles não teriam podido fazer se tivessem vivido menos de seiscentos anos, pois é somente após a revolução de seis séculos que se completa o grande ano. Todos os que escreveram a história, tanto da Grécia como de outras nações, dão testemunho do que digo. Mâneto, que escreveu a história dos egípcios, Berose, que nos deixou a dos caldeus. Moco, Hestieu e Jerônimo, que escreveram a dosfenícios, dizem também a mesma coisa. Hesíodo, Hecateu, Ascausila, Helânico, Éforo e Nicolau, referem que esses primeiros homens viviam até mil anos. Deixo aos que lerem isto que façam o juízo que quiserem.

A Aliança de Deus com Noé

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Interne



  Gênesis 8 e 9. Com medo de que Deus inundasse a terra todos os anos, a fim de exterminar a raça dos homens, Noé ofereceu-lhe vítimas, rogando que nada mudasse na ordem estabelecida anteriormente e que Ele não usasse de tal rigor, fazendo perecer todas as criaturas vivas, mas se contentasse por ter casti­gado os maus, como os seus crimes mereciam, e por ter poupado os inocentes, aos quais Ele quisera salvar a vida. Pois, de outro modo, eles seriam ainda mais infelizes do que os que haviam sido sepultados nas águas, tendo visto com tremor tão estranha desolação e tendo dela sido preservados apenas para perecer mais tarde, de maneira semelhante. Assim, rogava que Deus aceitasse o seu sa­crifício e não mais olhasse para a terra com cólera, de jnodo que ele e seus descendentes pudessem cultivá-la sem medo, construir cidades, desfrutar de to­dos os bens que possuíam antes do dilúvio e passar uma vida tão longa quanto feliz, como a de seus antepassados.
Como Noé era homem justo, Deus atendeu à sua oração e concedeu-lhe o que pedia, dizendo-lhe que não fora o patriarca a causa dos que se haviam perdido no dilúvio; que eles só podiam acusar a si mesmos pelo castigo rece­bido; que, se tivesse querido perdê-los, não os teria feito nascer, sendo mais fácil não dar a vida do que a tirar após tê-la concedido; que eles deviam, portanto, atribuir os castigos aos seus próprios crimes; que, em consideração à sua oração, não lhes seria mais tão severo no futuro; e que, quando viessem tempestades e furacões extraordinários, nem ele nem seus descendentes de­veriam pensar num outro dilúvio, pois Ele não mais permitiria que as águas inundassem a terra. Contudo proibia a ele e aos seus manchar as mãos no sangue, e ordenava-lhes que castigassem severamente os homicidas, e os fa­zia senhores absolutos dos animais, para dispor deles como quisessem, exceto de seu sangue, do qual não podiam usar como do resto, porque no sangue está a vida. "E meu arco", acrescentou, "que vereis no céu, será o sinal e a garantia da promessa que vos faço". Isso disse Deus a Noé. E ao arco que apareceu no céu, chamaram arco de Deus.

A história da Salvação

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Internet


“A História da Salvação é ação redentiva de Deus no contexto da História, conduzindo amorosa e providencial-mente os filhos de Adão a usufruírem do sacrifício vicário de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
“Jesus é o personagem central da História da Salvação, que compreende quatro momentos distintos: o Antigo Testamento, o Novo Testamento, a História da Igreja de Cristo e a consumação de todas as coisas”.
"Num sentido mais amplo, a História da Salvação compreende toda a His­tória Universal; pois esta, à semelhança daquela, também é comandada por Deus. Num sentido mais estrito, a História da Salvação é o conjunto dos fatos que compõem a vida e o ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo, que culminaram com a sua morte e ressurreição".

O Historicismo

Por Rafael Jácome



Desconhece por completo a ação de Deus na his­tória. Vejamos, em primeiro lugar, o que vem a ser esta filosofia. O historicismo é a "filosofia que ensina estarem todos os acontecimentos e fatos humanos condi­cionados pelas circunstâncias históricas. Desta forma, a religião, a moral e o direito nada mais são do que resultados dos vários processos e movimentos da histó­ria. Como se vê, este método torna as coisas relativamente perigosas, inclusive à religião e a moral, induzindo o ser humano a deixar de lado os valores absolutos, a fim de se apegar às circunstâncias”.

A importância da História Para se Compreender o Plano de Deus

Por Rafael Jácome



A história, qual solícita e amável serva dos desígnios divinos, tem como função realçar a intervenção do Todo-Poderoso nos negócios humanos. Vejamos, a seguir, como podemos definir a história. No Dicionário Teológico, assim a conceituamos:

"A palavra história é de origem grega. Vem de histor. "Aquele que sabe, que conhece, conhecedor da lei, juiz." Aprofundando-nos um pouco mais em sua etimologia, descobrimos que este vocábulo origina-se da raiz de um termo que significa conhecer: "id".

“Cientificamente, a História pode ser definida como a narração metódica dos principais fatos ocorridos na vida dos povos, em particular, e na vida da humanidade, em geral”.

"Usada pela primeira vez por Heródoto (484-425 a.C), tinha a palavra história as seguintes conotações: informação, relatório, exposição.

Na mesma obra, discorremos ainda sobre a função da história:

“David Ben Gurion lia regularmente a História Universal”. Por causa deste seu compromisso com o estudo das antigas civilizações, conforme disse, certa vez, ao escritor brasileiro, Érico Veríssimo, não tinha tempo para outros entrete­nimentos. Se pudéssemos perguntar ao fundador do Estado de Israel o porquê desta sua preferência, certamente responder-nos-ia com estas palavras de Cícero:

"Ignorar... o que aconteceu antes de termos nascido equivale a ser sempre cri­ança". Como um estadista não se deve portar infantilmente, punha-se Ben Gurion aos pés da História para não repisar as asneiras passadas.
"Desgraçadamente, bem poucos foram os governantes que se dedicaram ao exame do pretérito. Eis porque são tão lamentáveis nossas crônicas; e, nossas memórias, tão cruentas. Que lições de História assimilou Napoleão? Apenas aquelas que contavam as glórias de Alexandre? E, Hitler? Limitou-se a circunscrever-se às efemeridades do Império Romano? Isto é aprender História? Não! É repetir as idiotices de ontem com o nariz enterrado no dia anterior.

“Sendo didática a função primordial da História, com ela aprendemos a olhar o mundo de forma retrospectiva e perspectiva”. Para que o primeiro olhar seja límpido, é mister que comecemos a estudar a História Universal pelas Sagra­das Escrituras. Afinal, teremos de responder a algumas perguntas que, embora simples, não deixam de ser complexas e intrincadas àqueles que ignoram os escritos hebreus e cristãos. Eis as perguntas que tanto nos desafiam: Quem criou o Universo? Quem foram nossos primeiros pais? Proviemos todos de um mesmo tronco genético? E: Foi realmente Deus quem nos criou?

“Das respostas a estas indagações é que se formarão nossas filosofias de vida e de governo”.

"Quanto ao segundo olhar, é desnecessário dizer que ele depende essen­cialmente do primeiro. Só conseguiremos trafegar com segurança, se os nossos retrovisores não estiverem quebrados. Doutra forma: atropelaremos o futuro por não perceber que o presente é uma estrada de mão dupla; e, que os semáforos desta via tão irregular, nem sempre funcionam. Quando funcionam, o verde passa para o vermelho sem nenhuma contemplação. Mas quem aprende com a História Sagrada; e, da História Universal, faz-se discípulo (ambas são regidas pelo Altíssimo) sabe avançar e parar. Quando necessário, espera. Isto é aprender História: estar com os olhos no futuro, com o espírito no pretérito, e com o coração sempre presente".


Megathemes

By Rafael Jácome


􀁊 Beginnings. Here we find the beginnings of the universe, the earth, humanity, sin, and God’s plan of salvation. Genesis teaches us that the earth is well-made and good; people are special to God and unique; God creates and sustains all life; and God deals with sin swiftly and with justice.

􀁊 Sin. When people choose to disobey God’s plan for living, they are choosing to sin. And sin ruins people’s lives. Genesis shows that living God’s way can be rewarding and makes life fulfilling.

􀁊 Promises. God has promised to help and protect his people. He made a covenant with Noah that he would never again destroy the earth with a flood and gave a wonderful sign for us to remember his promise: the rainbow. God always keeps his promises.

The Exile had a massive impact on virtually every aspect of Israelite life

By Rafael Jácome
Fonte: Cronologia Life


Exile: 586–538 B.C. 

Unlike the experience of the northern kingdom of Israel, the Judeans were, for the most part, allowed to maintain their cultural and religious distinctiveness even in exile, and no large-scale effort was made to repopulate the land of Judah with foreigners. It was
during the Exile that the people of Judah first came to be referred to as Jews (from the term Judeans). This time of exile had a massive
impact on virtually every aspect of Israelite life. Only the poor were left in Judah, and the ritual sacrificial system had essentially ceased. At the same time, many of those taken into exile became somewhat prosperous and even occupied positions of significant political power in the governments of their captors. Daniel and his friends
were groomed to be part of the royal court, and Daniel was a close adviser to several Babylonian and Persian rulers.

The Babylonian empire were the ones who conquered Judah and took them off into exile, but the Babylonians soon faced a military threat themselves. The mighty Persian empire from the north was growing, and they eventually conquered Babylon and nearly everything else in the known world at the time. Persia had a different stance towards conquered peoples than Babylon had,
which led to the end of this period of exile for the Jews.

Quem conhece esta história?


Dia de domingo


Falta o cérebro

\pot Rafael Jácome


sábado, 18 de maio de 2013

Mary had privilege of being mother to very Son of God

Por Rafael Jácome
Fonte: Life Application Study Bible


Motherhood is a painful privilege. Young Mary of Nazareth had the unique privilege of being mother to the very Son of God. Yet the pains and pleasures of her motherhood can be understood by mothers everywhere. Mary was the only human present at Jesus’ birth who also witnessed his death. She saw him arrive as her baby son, and she watched him die as her Savior. Until Gabriel’s unexpected visit, Mary’s life was quite satisfactory. She had recently become engaged to a carpenter, Joseph, and was anticipating married life. But her life was about to change forever.

Angels don’t usually make appointments before visiting. Feeling as if she were being congratulated for winning the grand prize in a contest she had never entered, Mary found the angel’s greeting puzzling and his presence frightening. What she heard next was the
news almost every woman in Israel hoped to hear—that her child would be the Messiah, God’s promised Savior. Mary did not doubt the message but rather asked how pregnancy would be possible. Gabriel told her the baby would be God’s Son. Her answer was the one God waits in vain to hear from so many other people: “I am the Lord’s servant. May everything you have said about me come true” (Luke 1:38). Later her song of joy shows us how well she knew God, for her thoughts were filled with his words from the Old Testament.

When he was eight days old Jesus was taken to the Temple to be dedicated to God. There Joseph and Mary were met by two devout people, Simeon and Anna, who recognized the child as the Messiah and praised God. Simeon directed some words to Mary that must have come to her mind many times in the years that followed: “A sword will pierce your very soul” (Luke 2:35). A big part of her painful privilege of motherhood would be to see her son rejected
and crucified by the people he came to save.

We can imagine that even if she had known all she would suffer as Jesus’ mother, Mary would still have given the same response. Are you, like Mary, available to be used by God?

Strengths and accomplishments
● The mother of Jesus, the Messiah
● The one human who was with Jesus from birth to death
● Willing to be available to God
● Knew and applied Old Testament Scriptures

Lessons from her life
● God’s best servants are often ordinary people who make
themselves available to him
● God’s plans involve extraordinary events in ordinary people’s lives
● A person’s character is revealed by his or her response to the
unexpected
Vital statistics ● Where: Nazareth, Bethlehem
● Occupation: Homemaker
● Relatives: Husband: Joseph. Relatives: Zechariah and Elizabeth.
Children: Jesus, James, Joseph, Judas, Simon, and daughters.
Key verse “Mary responded, ‘I am the Lord’s servant. May everything you have said about me come true.’ And then the angel left her” (Luke 1:38).
Mary’s story is told throughout the Gospels. She is also mentioned in Acts 1:14.

Simeon/Anna

Por Rafael Jácome
Fonte: Life Application Study Bible


When Joseph and Mary took the eight-day-old Jesus to the Temple for his circumcision, they had two unexpected but delightful encounters.Well-worn examples of patient waiting met them—Simeon and Anna. Both of these godly saints recognized Jesus’ identity as the Messiah. Simeon and Anna give us a picture of godly expectation in an environment ripe with expectations.

Simeon was certain he would see the Messiah before he died.We don’t know how surprised he was to discover the Savior as a baby in Mary’s arms.We do know that he recognized Jesus and gave God praise for his faithfulness.When Simeon saw the baby, he considered his life complete. Simeon’s exuberance caught Anna’s attention. She was another regular in the Temple. Anna’s brief marriage ended in widowhood and she spent the remainder of her eighty-four plus years serving as a prophetess. Anna overheard Simeon’s prophecy about Jesus and immediately added her own excited words of praise for the Savior.

Anna discovered that God can make every passage of life meaningful and useful. The long years of widowhood were also effective years of worship and service. Both she and Simeon dedicated their lives to God and were rewarded in ways we can only fully appreciate if we are willing to live the same way.
As you interact with people at various stages of life today, think about the development of your relationship with God. When talking to a younger person, ask yourself: “How was God involved in my life at that age?” When noticing someone older ask: “How do I want my relationship with God to mature by that point in my life?”

Strengths and accomplishments
● Exercised faithful anticipation regarding God’s promised Messiah
● Did not hesitate to give praise to God for his work in the world
● Both spoke from the powerful authority of their faith and age

Lessons from their lives
● God does give to some of his faithful followers a deeper insight
and clarity about his plans
● There were those in Israel who did recognize Jesus
● Advancing age does not invalidate a person’s usefulness in God’s
purposes
Vital statistics ● Where: Jerusalem
● Contemporaries: Joseph, Mary, Herod the Great
Key verses “The Holy Spirit was upon [Simeon] and had revealed to him that he would not die until he had seen the Lord’s Messiah. . . . [Anna] never left the Temple but stayed there day and night, worshiping God with fasting and prayer” (Luke 2:25-26, 37).
Simeon and Anna’s stories are told in Luke 2:21-38. 3:22 Some manuscripts read my Son, and today I have become your Father.

ELIZABETH

Por Rafael Jácome
Fonte: Luke Life Application  Study Bible

In societies like Israel, in which a woman’s value was largely measured by her ability to bear children, to be without children often led to personal hardship and public shame. For Elizabeth, a childless old age was a painful and lonely time but still she remained faithful to God. Both Elizabeth and Zechariah came from priestly families. For two weeks each year, Zechariah had to go to the Temple in Jerusalem to attend to his priestly duties. After one of those trips, Zechariah returned home excited but speechless. He had to write down his good news, because he couldn’t give it any other way. And what a wonderful surprise he had for his wife: Their faded dream would become an exciting reality! Soon Elizabeth became pregnant, and she knew her child was a long-hoped-for gift from God.

News traveled fast among the family. Seventy miles to the north, in Nazareth, Elizabeth’s relative Mary also unexpectedly became pregnant.Within days after the angel’s message that she would bear the Messiah, Mary went to visit Elizabeth. They were instantly bound together by the unique gifts God had given them. Elizabeth knew that Mary’s son would be even greater than her own, for John would be the messenger for Mary’s son.

When her baby was born, Elizabeth insisted on his God-given name: John. Zechariah’s written agreement freed his tongue, and everyone in town wondered what would become of this obviously special child. Elizabeth whispered her praise as she cared for God’s gift. Knowing about Mary must have made her marvel at God’s timing. Things had worked out even better than she could have
planned.We, too, need to remember that God is in control of every situation. When did you last pause to recognize God’s timing in the events of your life?

Strengths and accomplishments
● Known as a deeply spiritual woman
● Showed no doubts about God’s ability to fulfill his promise
● Mother of John the Baptist
● The first woman besides Mary to hear of the coming Savior

Lessons from her life
● God does not forget those who have been faithful to him
● God’s timetable and methods do not have to conform to what
we expect
Vital statistics ● Occupation: Homemaker
● Relatives: Husband: Zechariah. Son: John the Baptist. Relative:
Mary.
● Contemporaries: Joseph, Herod the Great
Key verses “Why am I so honored, that the mother of my Lord should visit me? When I heard your greeting, the baby in my womb jumped for joy. You are blessed because you believed that the Lord would do what he said” (Luke 1:43-45).
Elizabeth’s story is told in Luke 1:5-80.
3:4-6 Isa 40:3-5 (Greek version).

Lúcifer e sua natureza perversa

Por Rafael Jácome
Fonte: Extraído da Teologia Sistemática de Bergsten


A inimizade de Satanás contra Deus é evidenciada pelo seu nome. Satanás tem o nome de “o inimigo” (cf. Lc 10.19). Seu nome mostra que a sua inimizade é total. Também o nome Satanás (Hebr. Satã) significa “adversário”. E o nome diabo (grego  diábolos) significa “acusador”.

 Sua natureza perversa

 A natureza perversa de Satanás é evidenciada pelos seus nomes.

 - A crueldade de Satanás pode ser vista nos seguintes nomes: “leão” (cf. 1 Pe 5.8), “dragão” (cf. Is 27.1), “Abadom” (Hebraico) ou “Apoliom” (grego),  que significa “destruidor” (cf. Ap 9.11), “homicida” (cf. Jo 8.44), “antiga serpente” (cf. Ap 20.2).

 - O engano, a falsidade e a astúcia se vêem nos seguintes nomes: “o mentiroso” (cf. 1 Jo 2.22), “o pai da mentira” (cf. Jo 8.44), “a antiga serpente” cf. Ap 20.2; 2 Co 11.3), “o tentador” (cf. Mt 4.3), “o ladrão” (cf. Jo 10.10), “o acusador” (cf. Ap 2.10).

 - A força e a maldade é evidenciada pelo nome “valente” (cf. Mt 12.29).
 - A impureza de Satanás se evidencia nos seguinte nomes: “Belzebu” (cf. Lc 11.15), nome de um deus dos filisteus, cujo nome significa “senhor das moscas” ou “senhor do esterco”, nome que os judeus usavam como designação de Satanás, e “Belial”  (cf. 2 Co 6.15), que significa “mau”, “maldoso”, “malvado”, “ordinário”, “sem valor”.


 Na revolta de Satanás, muitos anjos o acompanharam

 De acordo com Apocalipse 12.4, foi uma terça parte dos anjos que se deixaram enganar por Lúcifer. Eles não guardaram o seu principado e deixaram a sua habitação (cf. Jd 6; 2 Pe 2.4), foram contaminados pelo exemplo e pelas mentiras de Satanás, que é o pai de toda a mentira (cf. Jo 8.44) e, conseqüentemente, foram expulsos do céu. Deus não os perdoou, mas os reservou na escuridão e em prisões eternas até o juízo daquele Dia (Jd 6; 2 Pe 2.4).