terça-feira, 1 de julho de 2025

De Messias Targino a Mossoró: Shirley Targino reforça articulação política para 2026

 Ex-prefeita de Messias Targino e figura influente no interior do RN, Shirley Targino foi anunciada nesta terça-feira (1º) como nova secretária de Assistência Social de Mossoró. A chegada dela à gestão Allyson Bezerra amplia a frente política do prefeito e sinaliza alianças estratégicas de olho nas eleições de 2026.

Conexões de peso no tabuleiro político

  • Shirley é esposa do deputado federal João Maia (PP) e cunhada da senadora Zenaide Maia (PSD) — ambos nomes fortes no cenário nacional e potiguar.
  • Seu nome era cogitado para disputar o Senado em 2026, mas a nomeação em Mossoró indica um recuo calculado e apoio à reeleição de Zenaide.
  • A articulação favorece um bloco político cada vez mais coeso em torno do projeto de Allyson Bezerra (União Brasil) rumo ao governo do estado.

O que ganha Allyson Bezerra

  • Reforço no interior profundo, onde Shirley tem capilaridade política entre prefeitos e ex-gestores
  • Apoio de lideranças ligadas ao PP e PSD, que podem compor uma base ampla em 2026
  • Discurso de unidade e inclusão de perfis experientes na gestão

💬 Impacto simbólico e institucional
Com quatro mandatos em Messias Targino e passagem pelo Governo do Estado, Shirley é reconhecida pela atuação na área social. A expectativa é que:

  • Traga expertise para políticas públicas sociais em Mossoró
  • Amplie a conexão com o interior, especialmente na faixa oeste do estado
  • Aumente a projeção do município como protagonista político e gestor no RN

O recado das urnas antecipado
Aliados avaliam a nomeação como um passo claro em direção à montagem de um palanque regional robusto. Para 2026, o cenário vislumbrado seria:

  • Allyson Bezerra candidato ao governo
  • Zenaide Maia candidata à reeleição no Senado
  • João Maia consolidando base na Câmara Federal
  • O nome de Shirley também pode atrair o eleitorado feminino e municipalista para o projeto mossoroense.

Ao abrir espaço para Shirley Targino em sua equipe, o prefeito Allyson Bezerra sinaliza força, articulação e foco em 2026. Mais que uma nomeação administrativa, o gesto carrega o peso simbólico de uma aliança com o centro político do RN — e reposiciona Mossoró como um polo decisivo na disputa pelo comando do estado.


sábado, 19 de outubro de 2024

BOLA PARA O MATO QUE O JOGO É DE CAMPEONATO

 


O candidato Paulinho Freire lidera em todas as pesquisas eleitorais no segundo turno, com uma boa margem percentual de votos. Assim como no futebol, também na política, a expressão “bola para o mato que o jogo é de campeonato” expressa a importância do jogo, indicando que é uma partida decisiva, de alta relevância. Não pode ocorrer amadorismo ou tão pouco improvisações, tudo deve ser confiável para determinar as chances da vitória.

Criada pelo narrador esportivo Jorge Cury, um dos baluartes na narração do rádio brasileiro, a frase indica que o mais importante é garantir o resultado, evitando riscos desnecessários ou jogadas arriscadas.

Com poucos dias para a eleição, 27, a postura de Paulinho Freire é bastante pragmática e responsável: não entra em discussões acaloradas que gerem controvérsias e prejudique sua imagem. Segue firme, mantém o apoio dos que já estão com ele, abre o leque para novas adesões, fortalece nas áreas onde foi bem votado e incentiva a mobilização no dia da eleição.

O discurso é alicerçado na continuidade e segurança de implementar suas propostas e reforça que ao lado do prefeito Álvaro Dias as obras estruturantes da capital serão finalizadas para o avanço da cidade, passando para os eleitores de Natal que a mudança do voto para a outra candidata é arriscada e prejudicial para o seu desenvolvimento. Nas comunidades, nas ruas, nas conversas com eleitores e lideranças locais, confirmam o que as pesquisas mostram.

Dia 27 o compromisso do povo de Natal é com a responsabilidade de um jovem-senhor que tem o sonho de governar e contribuir com o progresso e desenvolvimento de Natal. Vamos com ele para uma Natal que avança!

 

 



terça-feira, 30 de julho de 2024

A sobrecarga de peso na ponte de Igapó


 Enquanto o caos prevalece na zona norte da capital para os seus moradores que utilizam a Ponte de Igapó,  é visível as sequelas que são geradas pela sobrecarga de pesos da enorme quantidade de veículos que ali trafegam. Ônibus, caminões, tratores, e demais veículos que usam de uma única via, estão prejudicando a estrutura da mesma. Os transtornos para a população é imenso e até o momento não existe expectativa de mudanças de planejamento.  Até quando o DNIT continuará maltratando a zona norte?

terça-feira, 4 de junho de 2024

(Teste) Chuvas continuam gerando transtornos para os natalenses

 (Teste)As fortes dos últimos dias na capital do RN tem provocado transtornos e caos para seus moradores. 

domingo, 14 de janeiro de 2024

Teste

 Tentando entender porque n ão tenho mais acesso ao blog.

segunda-feira, 6 de março de 2023

Guerra Ucrania X Rússia: é a China que ganha

 


Em matéria exibida no Jornal Correo Della Sera, italiano, com a assinatura de Federico Fudini, o artigo declara que vence nesta guerra  da Ucrânia, é a China (pelo menos na questão econômica). Tradução: Rafael Jácome 

Já se passou mais de um ano desde o início da guerra na Ucrânia e, embora seja difícil dizer quem vai perder, está ficando cada vez mais claro quem está ganhando: a China. Pelo menos em termos econômicos, o governo de Pequim está coletando dividendos cada vez mais preciosos todos os dias nesta era de tensões sobre recursos naturais e comércio internacional. O que a China ganha é exatamente o que a Europa corre o risco de perder: mais alternativas, mais poder de negociação, maior escolha sobre as fontes de fornecimento de matérias-primas e, portanto, mais espaço de manobra em um sistema global em rápida mudança. 
Que Xi Jinping não tem muita pressa em ver o fim das hostilidades na Ucrânia parecia claro pela vacuidade do "plano de paz" que seu emissário, Wang Yi, trouxe a Moscou nos últimos dias. Pequim não está exercendo nenhuma pressão sobre Vladimir Putin para pelo menos chegar a uma trégua. A explicação oficial oferecida é que a República Popular não tem poder para deter a ofensiva do Kremlin. Mas compare esta história com o que aconteceu em setembro passado, quando Putin repentinamente bloqueou um acordo da ONU sobre a exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro para o resto do mundo. Então, Recep Tayyip Erdoğan (presidente da Turquia) interveio imediatamente e em dois dias forçou o ditador russo a reconsiderar.



quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Tutorial de volta

O Tutorial do Professor Rafael Jácome está de volta com muitas novidades. Não deixe de acompanhar as melhores informações do RN e do mundo.

domingo, 19 de junho de 2022

O MUNDO DOS IRREVERENTES

 POR PROF. RAFAEL JÁCOME


DIZEM SER DIFÍCEIS QUASE QUE IMPOSSÍVEIS, ÀS VEZES ACEITÁVEIS, NO ENTANTO, COMPLICADOS. ELES SÃO DIFERENCIADOS, MUITAS VEZES INCOMPREENSÍVEIS E DETONADOS, MUITAS VEZES POR SEREM DESRESPEITOSOS, GROSSEIROS, DESAFORADOS, PETULANTES, ATREVIDOS, OUSADOS, DESCORTÊS, MAS, SÃO PERSISTENTES. PORTANTO, IRREVERENTES!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Papa Francisco: as pessoas não querem ter filhos. E incentiva a adoção



“Não basta dar à luz um filho para dizer que também é pai ou mãe”. O Papa Francisco disse isso na catequese da audiência geral desta manhã, a primeira de 2022. Continuando o ciclo de catequese de São José, centrou sua reflexão sobre o tema: “São José, o suposto pai de Jesus”. “Para compreender a paternidade putativa ou legal de José, é preciso ter em mente que nos tempos antigos no Oriente a instituição da adoção era muito frequente, mais do que hoje em dia”.  

Citando a carta apostólica Patris corde, o Pontífice recordou que «sempre que alguém assume a responsabilidade pela vida de outro, em certo sentido exerce a paternidade para com ele». A referência é a instituição da adoção, “atitude tão generosa e bela”.

“José nos mostra que esse tipo de vínculo não é secundário,
 não é improvisado - observou ele -. Esse tipo de escolha
 está entre as formas mais elevadas de amor e paternidade e
 maternidade”. Observar quantas crianças no mundo esperam 
que alguém cuide delas e quantos cônjuges desejam ser pais
 e mães, mas fracassam por motivos biológicos; ou, ainda que
 já tenham filhos, queiram compartilhar o afeto familiar com
 aqueles que deles foram privados, o Papa Francisco reiterou
 que "não devemos ter medo de escolher o caminho da adoção,
 correr o 'risco' da aceitação" . Mas as instituições também
 precisam simplificar o processo de adoção. “Espero que as 
instituições estejam sempre dispostas a ajudar neste sentido
 de adoção, levando a sério, mas também simplificando o 
processo necessário para que se realize o sonho de tantos 
pequeninos que precisam de uma família, e de tantos cônjuges
 que desejam doem-se no 'amor', disse ele.



segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

A Itália sofre com nova onda da Covid

TESTE 


 Enquanto muitas pessoas não querem a vacina da Covid, o número de novos casos aumentam diariamente. Para alguns especialistas a situação mudará apenas com a obrigatoriedade da vacinação em toda a população.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Morte ou mortificação: o que é feminicídio

Trago este artigo da escritora italiana Michela Murgia retratando o contexto da violência contra a mulher. A realidade na Itália é muito parecida com a brasileira.

Feminicídio é uma palavra que há apenas dez anos na Itália ninguém falava fora dos campos do ativismo contra a violência contra as mulheres. "Não precisa, assassinato inclui tudo" foi a resposta mais popular ao tentar deixar claro que mulheres mortas em dinâmicas de relacionamento tóxicas eram um fenômeno que nada tinha a ver com aquelas que morreram de crimes comuns, também porque, enquanto estas últimas diminuiu de ano para ano, as mulheres mortas por possessividade permaneceram numericamente estáveis.

O motivo da resistência das forças políticas e da mídia em usar uma palavra específica era compreensível: aceitar nomear o fenômeno de maneira diferente significava ter que lidar com ele com leis e linguagens específicas que iam até a raiz cultural do problema. Demorou uma década de mulheres que morreram nas mãos de maridos e ex-maridos, companheiros e ex-companheiros, irmãos, pais, namorados partiram ou nunca quiseram perceber que o assunto exigia uma abordagem direcionada. No entanto, o que essa abordagem deve ser ainda está sendo discutido.

Nos últimos anos, a lei de segurança tem prevalecido, com leis específicas que intervêm apenas quando a violência se manifesta de forma física ou persecutória. No centro dessa visão está o assassino ou o perseguidor e isso significa que, quando o estado começa a lidar com eles, a mulher já se tornou uma vítima. Por outro lado, nenhuma ou muito poucas são as ações empreendidas para desarmar a cultura masculina e patriarcal de base, aquela que leva os homens a considerar as mulheres sua propriedade e as mulheres a trocá-la por amor. Atuar na educação de meninos e meninas - única política verdadeiramente revolucionária - entraria de fato em conflito mais ou menos aberto com o modelo sociocultural de muitas famílias italianas, ainda construído em torno da atribuição dos papéis patriarcais de gênero que estão no discriminação de base que leva à violência.

Mas lidar com a violência e não com a discriminação sempre significa chegar tarde demais. Por isso, nos locais de combate à violência contra as mulheres, o termo feminicídio não define apenas a morte, mas também a mortificação da mulher. A morte física só é possível quando a mortificação civil já foi permitida, ou seja, todas as negações da dignidade física, mental e moral dirigidas às mulheres solteiras enquanto tais e a todas as mulheres em sua filiação de gênero.

Nessa perspectiva, o feminicídio também pode ser definido como a morte profissional da mulher por meio da negação de salários iguais e perspectivas de crescimento. O feminicídio é a ausência de uma perspectiva de gênero na prática médica, o que faz com que as mulheres morram mais por falta de protocolos direcionados ao seu corpo, por preconceitos que levam a subestimar sua dor ou por falta de informação sobre seus sintomas. Feminicídio é a quantidade de renúncias trabalhistas vinculadas à gravidez e ao nascimento de filhos e nesse sentido também um Estado aparece como feminicídio que não atua no sentido de remover obstáculos à plena realização da mulher - como estabelecido constitucionalmente - mas faz campanhas de responsabilização no pele de quem, diante dos entraves socioeconômicos, opta por não gerar ou fazê-lo após atingir uma estabilidade laboral cada vez mais tardia.

O juízo estético e moral sobre o corpo e as escolhas das mulheres é também feminicídio, que condiciona a qualidade de vida de todas nós, mas sobretudo das mais jovens e frágeis. O feminicídio, antes e mais de uma morte, é um processo de negação e controle. "Eu vou te matar" é sua conclusão e se torna mais uma ameaça apenas quando todas as outras palavras e ações já foram postas em prática. É por isso que o nascimento de um observatório específico dentro de um órgão de informação é um passo importante para assumir o controle do feminicídio como fenômeno cultural.

 

 

Alzheimer, um medicamento após 20 anos de espera

 


A Food and Drug Administration - FDA - agência reguladora de medicamentos americano oferece uma forma gratuita condicional para a primeira molécula que poderia neutralizar o mecanismo da doença de Alzheimer. Mas não sem opiniões contrárias.

Depois de vinte anos de silêncio, o FDA americano aprovou hoje o primeiro medicamento contra Alzheimer, Aducanumab, com nome comercial Aduhelm. Aprovação não tida como certa, dadas as dúvidas de alguns especialistas e até mesmo a opinião contrária da comissão independente da agência, segundo a qual não há evidências suficientes de que o medicamento possa realmente ajudar os pacientes.

Por Rafael Jácome


Cantor Sting lança uma fundação para ajudar bares e restaurantes italianos

 


  Sting lança uma fundação para ajudar bares e restaurantes italianos atingidos pela pandemia da Coranavirus

Sting e sua esposa, Trudie Styler, anunciaram que querem ajudar donos de restaurantes italianos julgados pela pandemia. O anúncio foi feito por ocasião da Win Race 2021. Uma corrida de dois dias em que, por 160 km, vinte ciclistas viajaram de San Marino à propriedade do cantor e compositor britânico em Figline Valdarno, na Toscana. O evento foi organizado para lançar a nova organização italiana sem fins lucrativos de Sting e Trudie, a Every Breath Foundation.









sexta-feira, 21 de maio de 2021

Cidade Alta, um centro encantador e poético, em meio a tantas incertezas

 Por Rafael Jácome


O único objetivo deste blog é lançar uma pauta de debates para uma solução da Cidade Alta, não temos o menor interesse em politizar, e tão pouco polemizar. Os fatos corriqueiros nos levam ao imaginário de outros centros que são (ou foram) consequência do abandono, da violência, das drogas e da ausência (ou descaso) de políticas públicas voltadas para o patrimônio do centro da cidade.

Os centros das grandes cidades passaram por transformações e foram necessárias devidas intervenções dos governos – estadual e municipal, para solucionar as consequências da degradação urbanística, social, cultural e econômica. Em Natal, o processo de revitalização pode ser construído em tempo de evitarmos o caos da desordem, do abandono e da falência comercial. Para tanto, é necessário um pacto entre os poderes públicos, a sociedades civil e a iniciativa privada. O foco é a integração e fortalecimento de pautas para a construção das políticas públicas de legitimidade social.

Nestas séries de artigos sobre o centro de Natal, buscaremos alternativas para o estudo que viabilize a reabilitação da área central, traçando objetivos, área foco e recursos, além de ações e estratégias urbanísticas e econômicas. Para construção da revitalização é essencial a articulação dos modais do transporte público, do patrimônio histórico, cultural, arquitetônico, turístico e de tantos outros elementos que consolidaram a Cidade Alta como um centro encantador e poético. Para tanto, buscaremos exemplos de outros centros para dinamizar propostas e criar um ambiente de debate.

Um dos fenômenos que marcou a decadência dos centros das cidades, foi a formação de “cracolândias”, isto é, pontos de consumo e vendas de drogas. A Cidade Alta vive o início desse processo, considerando o enorme número de moradores de ruas consumidores de drogas. É necessária uma atenção especial aos “grupos vulneráveis” devido ao grande desafio, tanto para as áreas da saúde quanto segurança pública, e não menos importante, para um eficiente planejamento urbano.

Se você tem interesse em participar deste debate, sem extremismo político partidário, mas, com a intenção de colaborar com a reabilitação da Cidade Alta, ligue para o número (84) 99111-6187.

Próximo tema: A degradação e necessidade de revitalização da Cidade Alta. Participe!


quarta-feira, 19 de maio de 2021

O fenômeno chamado Ribeira, agora na Cidade Alta

Por Rafael Jácome

  A encantadora Cidade Alta está com seus dias traçados, diante de um cenário avassalador de abandono, desprezo e inviabilidade econômica para os seus investidores e empresários. Com as lojas fechando por falta de clientes e incentivo governamental aos lojistas e com as ruas tomadas pelos “moradores de ruas”, concentrados nas principais vias de acesso ao comércio, o fenômeno RIBEIRA (bairro tradicional de Natal onde o comércio praticamente não mais existe), torna-se iminente o medo da falência nos comerciantes e a perda de seus empregos nos comerciários e em todos que fazem parte da cadeia produtiva.



   Na Cidade Alta estão localizados o relutante comércio, o centro bancário, calçadões e alguns cafés tradicionais, além da Prefeitura, Assembleia Legislativa, Catedral Metropolitana de Natal, Museu de Arte Sacra, Museu Café Filho, Antiga Catedral Metropolitana, Capitania das Artes, Memorial Câmara Cascudo, Palácio Felipe Camarão, Solar Bela Vista, OAB, Conselho Municipal de Saneamento Básico e SENAC, entre outras instituições. Possui seis equipamentos de saúde, três municipais, dois filantrópicos e um sindical, além de várias escolas.

  A Cidade Alta, embora sendo mais comercial do que residencial, abriga 1.809 domicílios particulares permanentes, uma população residente de 6.692 habitantes e uma densidade demográfica de 71,12 hab/ha. O valor do rendimento nominal médio da região é de 6,49 salários mínimos. A população de mais baixa renda está localizada às margens do Rio Potengi e cerca de 25,23 % dos chefes dos domicílios ganham de um a três salários mínimos, 17,54 % de cinco a dez salários mínimos e 12,58 % de três a cinco salários mínimos.

  Para o senhor José Domingues, morador antigo do centro da cidade, o medo do fechamento de lojas é um grande tormento: “é tudo muito triste, não consigo caminhar e aceitar tantas lojas fechadas – vejo o mesmo fenômeno da Ribeira acontecendo aqui.” Segundo Maria do Rosário, “tem medo de ir à igreja e ser assaltada por um destes moradores de rua. O dia inteiro eles ficam reunidos em bandos nas praças, bebendo e abordando as pessoas. É tudo muito perigoso!”.

  Enquanto isto, a Cidade Alta está perdendo o fôlego do encanto e da beleza natural que lhe foi sempre peculiar.

 By Rafael Jácome

 

 

 

 

 

 

 

          


        

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terça-feira, 18 de maio de 2021

Israel e o Hamas: faz-se necessário cessar-fogo

 O conflito entre Israel e a Palestina já está sendo chamado de Terceira Intefada, principalmente após o final do Processo de Oslo, quando falava-se de refugiados, colônias, fronteiras, etc. Com o seu fim, Jerusalém retorna ao palco de batalhas no Enfrentamento do nacionalismo palestino e também do extremismo israelense.

Porém, muitas coisas mudaram nesse cenário: se em anos anteriores (1967 - após a Guerra dos Seus Dias), a presença dos palestinos mal chegava a 25% , atualmente 40% da população da cidade é Palestina e 90% da cidade velha é Palestina. Isso incomoda a extrema direita israelense e cria tensões.

O fato é que temos uma enorme mobilização sem precedentes por parte de Israel, de um lado, do outro encontramos Gaza (e as demais cidades mistas), onde há muitos israelenses e palestinos. Nós confrontos muitas famílias são dizimadas e inocentes pagam com suas vidas.

 Faz-se necessário (e urgente)  um cessar-fogo entre Israel e o Hamas. A comunidade internacional não pode ficar omissa!

sábado, 15 de maio de 2021

Famílias dizimadas nos confrontos entre Israel e a Palestina: o anúncio de uma guerra

 Os conflitos continuam dizimando vítimas inocentes em grande escala entre Israel e Palestina, com Israel bombardeando Gaza e o Hamas lançando foguetes. Os números da catástrofe aumentam e familias são dizimadas: mães perdem vidas, 31 crianças palestinas mortas e centenas de pessoas feridas nos ataques.

O clima de tensão e terror norteia as duas nações e deixam outras em alerta, como o Irã, que apenas aguarda para o início de uma grande guerra.
A comunidade internacional permanece silenciada, sem manifestar e com pouco interesse  numa intervenção.
O conflito precisa parar: Israel deve finalizar com o deslocamento diário e violento de famílias palestinas inocentes de suas residências, o Hamas deixar de lançar foguetes e Israel terminar o bombardeio na faixa de Gaza.


sexta-feira, 14 de maio de 2021

O DILEMA DE UMA GUERRA REAL: ISRAEL X PALESTINOS

 A onda de violência que está varrendo Israel e

os territórios palestinos parece tornar um ambiente

propício para uma grande guerra. O conflito, é

verdade, já dura mais de setenta anos

 e produz explosões ocasionais, mas, agora o perigo

 de uma guerra real no Oriente Médio é maior.  

A "Terceira Intifada" (como muitos analistas já definem 
os confrontos galopantes dos últimos dias, lembrando
 os que estouraram em 1987 e depois em 2000) 
nasceu de tensões reais, enraizadas na história de 
um território repleto de símbolos antigos, 
como os lugares sagrados em Jerusalém, e
 gangrenado no instável status quo criado após
 a Guerra dos Seis Dias em 1967, cujas instalações 
remontam ao nascimento de Israel em 1948 e ainda antes: na 
época da colonização sionista inicial na virada dos
 séculos XIX e XX. Mas, hoje mais do que nunca, a 
comunidade internacional parece estar se
 debatendo, dividida e incerta sobre o que fazer.

Conflito entre Israel e Palestina

. As tropas israelenses entraram em Gaza esta

noite para um ataque terrestre às posições

do Hamas que foram alvo de pesados ​ataques

aéreos após a chuva de foguetes contra o

Estado judeu nos últimos dias. “Eu disse que

íamos fazer o Hamas pagar um preço muito alto.

Fazemo-lo e continuaremos a fazê-lo com grande

intensidade. A última palavra não foi dita

e esta operação continuará pelo tempo que

for necessário ", escreveu o primeiro-ministro

israelense Benyamin Netanyahu em uma

mensagem postada no Twitter após o anúncio

do exército do início das operações

terrestres, acompanhadas por novos ataques.